sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

1º Encontro de som automotivo de Itacoatiara

Local: Centro de Eventos de Itacoatiara - Em 07/12/2013


 

Veja mais fotos clicando aqui  http://www.amazonfest.com.br/1o-encontro-de-som-automotivo-em-07122013/


fonte: Amazonfest

Governador Omar Aziz assinou termo de sessão do prédio da Academia Itacoatiarense de Letras

Agora sim, podemos dizer com toda segurança que a Academia Itacoatiarense de Letras tem sua sede própria. Depois de muita luta, do apoio de amigos e de termos insistido muito, quase botamos plantão na sede no Palácio da Compensa. O importante é que conseguimos, no dia 11 de dezembro de 2013 o governador Omar Aziz, assinou finalmente o termo de cessão do prédio de nossa academia. Conforme documento oficial anexo. Muitíssimo obrigado a todos !

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A FRATURA DE ANDERSON SILVA - Nerdologia 14


Municípios do Amazonas terão árvores-símbolo

A escolha da árvore deverá ser aberta a todos os munícipes
Todos os municípios do Estado do Amazonas poderão instituir uma árvore para simbolizar sua flora e biodiversidade, a partir deste ano. É o que dispõe a Lei Ordinária nº 3980/2013, de autoria do presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Ambiental Sustentável (Caama), deputado estadual Luiz Castro.
A escolha da árvore deverá ser aberta a todos os munícipes, com ampla participação da comunidade escolar, e caberá as prefeituras a promoção das campanhas elucidativas quanto a importância da cidade ter um símbolo ambiental.
Conforme Luiz Castro, a árvore-símbolo é de fundamental importância para a educação ambiental como um todo, além de levar aos cidadãos mais um incentivo para preservação da natureza. “Queremos mostrar e incentivar a implantação de viveiros de mudas da espécie. É importante a conservação e distribuição de vários tipos da nossa flora”, salientou.
O Poder Legislativo, no âmbito da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional e Sustentável, emitirá um certificado contendo, as seguintes informações básicas da árvore, como o nome científico da espécie, a família e a utilidade comum, entre outros itens.
A Lei também dispõe que, nas áreas públicas do município – especialmente em praças e passeios públicos, onde haja espaço conveniente – poderá ser plantada uma ou mais espécies da árvore-símbolo de que trata esta lei.

Neste aspecto Itacoatiara já está na frente, pois desde a década de 80, o município adotou a castanheira (bertholetia execelsa) como árvore símbolo, cuja árvore se encontra no centro do brasão oficial do município de Itacoatiara. Inclusive existe um exemplar desta árvore que está localizada na estrada AM-010, que tem uma lei ambiental específica de proteção! (Frank Chaves)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Índios Tenharim não abrem mão do pedágio em Humaitá (AM) e representantes cobram respostas

Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas disse que não vai tomar a defesa de índios da região de Humaitá, no Amazonas, se for comprovada a responsabilidade deles no desaparecimento de três moradores da cidade







Trabalho dos militares que buscam pistas de desaparecidos
Trabalho dos militares que buscam pistas de desaparecidos (Clovis Miranda)

Frente Parlamentar em Defesa dos Povos Indígenas da Câmara dos Deputados não vai tomar a defesa de índios da região de Humaitá, no Amazonas, se for comprovada a responsabilidade deles no desaparecimento de três moradores da cidade. A afirmação é do presidente da frente, deputado Padre Ton (PT-RO).
Por outro lado, os índios Tenharim negam qualquer envolvimento com o desaparecimento do professor Steff Pinheiro de Souza, o representante comercial Luciano Ferreira Freire e funcionário da Eletrobrás Amazonas Energia Aldeney Ribeiro Salvador, que viajavam pela rodovia Transamazônica (BR 230), de Humaitá rumo a Apuí, no Sul do Amazonas, trajeto cortado pela área de reserva dos indígenas.

Resposta do governo
O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), disse que a Funai é cúmplice da situação e cobrou a investigação por parte do Governo Federal. “A Funai é subordinada ao Ministério da Justiça. Queremos que o ministro tome as providências cabíveis, que o próprio advogado-geral da União tome as providências cabíveis”, declarou.
“A Funai está mancomunada com os índios que estão fazendo isso. É uma meia dúzia de índios que estão se aproveitando da situação e fazendo acontecer o que está acontecendo, colocando em risco brancos e índios também”, disse Heinze.
Uma força-tarefa da Polícia Federal faz buscas na região. Há poucos dias, foram encontrados restos de um carro incendiado próximo de uma aldeia Tenharim, que está sendo periciado.
O mediador apontado para o conflito, bispo dom Francisco Merkel, afirmou que as desavenças começaram em 2006, após a instalação de pedágios cobrados pelos índios na Transamazônica.
A Justiça Federal determinou o envio de cópia do processo sobre a segurança dos índios na reserva Tenharim à Comissão Interamericana de Direitos Humanos para que o órgão internacional tome ciência dos fatos e analise se a postura do Estado brasileiro no caso está em sintonia com acordos internacionais.

Ministério Público do Amazonas
O Corregedor Geral do Ministério Público do Estado do Amazonas, procurador de Justiça José Roque Nunes Marques, está no município de Humaitá, ao sul do Estado, para conversar com uma comissão que está empenhada em conter os conflitos que atingem a região.
"Fizemos uma avaliação de todo o processo de condução do caso e queremos, em primeiro lugar, tranquilizar a população do município. Estamos ajudando na apuração do caso e a postos para atender a comunidade. Dois promotores estão sendo deslocados para Humaitá para também auxiliar no trabalho", disse o Corregedor, que visitará a área do conflito no fim da tarde.
Além do Corregedor, o Comandante Geral do CMA, Gen. Eduardo Vilas Boas e representantes da 17ª  Brigada de Porto Velho, do 54º Batalhão de Infantaria de Selva, da 12ª Região Militar, do CPE, do 4º Batalhão de Polícia de Humaitá, e ainda representantes das Polícias Rodoviária e Federal, estão em busca de soluções urgentes para os conflitos.

Índios não abrem mão do pedágio 
A comissão visitou no fim da tarde de segunda-feira (6), a aldeia dos índios Tenharim e conversou com as lideranças da tribo. Uma das questões levantadas foi da cobrança do pedágio.
Os índios disseram que ela vai continuar. Eles justificma a cobrança do pedágio com argumentos contundentes. Dizem que necessitam dessa renda para evitar que integrantes da tribo cedam ao tráfico de entorpecentes e que o pedágio evita também que eles sejam obrigados a fazer o cultivo de plantas alucinógenas.
Os Tenharim vão reabrir dia 1º de fevereiro os pedágios na Transamazônica. A cobrança será feita apesar da ameaça de um novo ataque dos brancos que, no dia 26 de dezembro, atearam fogo aos postos instalados na área indígena. 
Os caciques prometeram estourar as pontes e isolar a reserva caso haja novo ataque dos brancos. Eles foram informados de que estaria sendo preparada uma nova ação para o próximo dia 14 de janeiro.
"O povo tenharim já decretou que o pedágio vai continuar, independente dos protestos de algumas pessoas. Demos um intervalo para não atrapalhar a força-tarefa (que busca os desaparecidos)", anunciou o cacique Aurélio Tenharim.   (*ACRITICA.COM - Com informações da Agência Câmara Notícias)

E onde fica o direito de ir e vir?
Se índio cobrar pedágio, os negros também tem que cobrar, o s caboclos também tem que cobrar, e porque os brancos também não podem cobrar. Isso é uma papagaiada, pois ninguém pode impedir o direito de ir e vir da pessoas, isso está na constituição federal. E quando o pedágio é cobrado, a lei aponta para aquelas rodovias que foram privatizadas e que tem um excelente serviço de acesso, asfalto e sinalização de primeira qualidade. Coisa totalmente antagônica ao caso da passagem da estrada dos Tenharim, que trata-se de uma estrada de terra, cheia de buracos e total ausência de pontos de apoio e sinalização de trânsito. Se o governo autorizar isso, vai abrir precedente para qualquer outro movimento popular, comunidades afrodescendentes, comunidades ribeirinhas, colônia de agricultores e entidades afins, a fazerem o mesmo, usando a justificativa da falta de recursos para subsistência. Além do fato de que se escondem por trás das prerrogativas étnicas, para terem somente direitos e não deveres. E como se não bastasse, ainda tem o fato do sumiço das três pessoas, que segundo fortes suspeitas, possivelmente suas vidas tenham sido ceifadas, por conta de um índio bêbado que dirigia uma moto na rodovia e cai de moto, vindo a falecer do acidente, e os índios parecem ter achado que ele foi vitimado por acidente na estrada por um veiculo com as características do carro das três vitimas que estão sumidas. Isso é uma vergonha.

E se está faltando assistência aos índios, isso é culpa da FUNAI que está falida e principalmente do Governo Federal, que é tem a tutela das nações indígenas do Brasil e de todos os índios que delas fazem parte, o qual tem deixado os povos indígenas entregues a sua própria sorte a muitos anos. Se existe um culpado nessa história, certamente o governo federal encabeça essa culpa em gênero, numero e grau, o resultado desses conflitos, emergem da total de ausência das politicas publicas de Estado nas aldeias, nas comunidades quilombolas, comunidades rurais e outros tipos de organização social com as mesmas características.

Agora é interessante se reconhecer que a estrada BR-319, está também abandonado pelo governo federal de igual forma, e que os índios devem ter proteção eu até concordo, agora dar direito a eles de cobrarem pedágio só porque são índios, isso é uma imoralidade e violação de um dos direitos fundamentais de nossa carta magna, que é o direto de ir e vir! 



A saber: 



Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens; - (Frank Chaves)

Como pudemos perceber a revolta dos índios no sul do Amazonas, se dá pela inoperância da FUNAI, que está ocupada a mais de 3 meses a sua sede localizada em Manaus, que aliás está falida, principalmente pelo abandono do Governo Federal, que não está arcando com as políticas publicas de apoio a saúde, educação, e subsistência das comunidades etnicas do Estado do Amazonas e do país como um todo, e quando atua é com medidas paliativas. E isso não é culpa dos índios e nem dos não indios, é culpa do governo federal que assumiu a sua proteção legal e os abadonou a sua própria sorte. E descaradamente o governo e pessoas com outros interesses, as vezes alheios a própria vontade dos indivíduos envolvidos, continuam a incentivar a criação de  novas reservas e comunidades etnicas, para depois virar as costas para elas e deixa-los amargurando a sua própria existência! Nesse contexto, apresentamos um vídeo curto que bem esclarece essa questão por um personagem inserido no cerne desta polêmica!


 Clique aqui

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Radicada em Londres, cantora amazonense de Itacoatiarense inicia turnê do novo álbum em Manaus

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Uma garota do interior que se recusou a deixar de acreditar. Podia ser o prelúdio de uma música da banda Journey, mas é a vida da cantora Emily A. Smith: nascida em Itacoatiara, enfrentou verdadeira via crúcis em busca de reconhecimento, tendo se mudado respectivamente para Manaus, São Paulo, Toronto e por último Londres, onde pôde enfim concretizar o sonho da carreira musical. E assim como diversos artistas da atualidade, também contou com o empurrãozinho da Internet. Dois álbuns depois, Emily retorna ao Amazonas em março para aqui iniciar a turnê de promoção do novo trabalho “I can’t forget”.
Além da capital baré, a amazonense fará shows em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. Em agosto, retorna à Europa, onde se apresenta na Inglaterra, Japão, Itália, Alemanha, Portugal, Espanha, França e Sérvia. Parece uma agenda um tanto cheia para a garota de 26 anos que até os 16 só cantava para os amigos e pequenas plateias.
“Em 2006 fiquei um ano em São Paulo estudando piano e canto. E em 2007 fui para o Canadá morar com o meu pai, que é de lá. Foi quando eu decidi que queria ter uma carreira internacional”, explica Emily, em entrevista ao BEM VIVER GENTE.
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Em 2009 veio o primeiro CD “Empty New World”, divulgado no site TuneCore. Foi por meio deste que a cantora chamou a atenção do selo Universal, o qual se interessou e acabou fazendo a distribuição do álbum por 50 países. A carreira de Emily chegou a ser temporariamente interrompida por um problema de saúde, porém já ano passado veio “I cant’ forget”, este distribuído pela Island & Def Jam Digital também em 50 países. Aos poucos, Emily foi assinando seu nome na impiedosa indústria fonográfica internacional.
O ponto de partida da turnê brasileira foi escolha da própria artista, que daqui diz recordar a escassez de shows de rock. “Durante minha adolescência não havia muitos shows de rock aí. Por isso achei interessante a ideia de começar por Manaus”.

Estilo e composições
Emily A. Smith classifica seu som como “light rock”, ou seja, um rock leve. Quando mais nova, no entanto, era fã de um estilo mais pesado. “Gostava de Evanescence. Hoje já sou mais influenciada por artistas tipo Coldplay, U2, Dido, que fazem um som parecido com o meu”, conta.
As composições são, essencialmente, em inglês – língua que a cantora teve de estudar intensamente para dominar após a mudança para o exterior.
“Como eu não tinha experiência com letras, no primeiro álbum tive ajuda de produtores. Já no segundo eu me sentia pronta e comecei a compor. Escrevo muitas músicas no piano e guitarra”, comenta sobre o processo criativo. “Não tenho bem um sistema de composição. Às vezes toco músicas de outros artistas e gosto de uma progressão de acordes e aí surge, vou criando. E trabalho as letras mais tarde”.
Ainda este ano, Emily A. Smith lançará o terceiro álbum “I am home again” (cuja tradução literal é “Estou em casa novamente”), cuja equipe técnica conta com músicos que trabalharam com a cantora Taylor Swift. E ela já adianta: estará em casa novamente para divulgá-lo.

Esforço
Emily A. Smith estudou piano em São Paulo, onde teve aulas com Heloisa Zani, professora da Universidade de São Paulo e pianista da Orquestra Filarmônica Paulista. A amazonense estudava oito horas por dia.

Saiba mais
Emily faz parte de um grupo de artistas que tiraram proveito das facilidades da Internet. Suas músicas podem ser encontradas no iTunes e todas as atualizações de shows estão em seu Facebook (Emilyasmithofficial), atualmente com mais de 7mil curtidas. Neste endereço, já foi criado um evento relativo ao show da cantora em Manaus. O local e informações sobre ingressos ainda serão anunciadas.
Fonte: Portal A Crítica

Obra da orla de Itacoatiara está fora de risco de ficar submersa em enchente em 2014

A obra foi orçada em mais de R$ 13 milhões, com recursos  federais e estaduais
Iniciada em setembro de 2013 a obra de contenção de processos erosivos graves causados por força das águas do Rio Amazonas às margens do Município de Itacoatiara saiu do ponto crítico, pois estava em perigo de ficar submersa pelas águas das constantes chuvas ocorridas em dezembro último.
De responsabilidade da Empresa Construir Indústria de Cerâmica e Construções Ltda com o valor de R$ de 13 milhões 610 mil 533 reias e 62 centavos, recursos do Governo Federal e Governo do Estado os serviços foram acelerados e graças a uma técnica que utiliza materiais como geogralhas, mantas geosintético e geocélulas foi possível vencer o desafio de manter a obra acima do nível das águas do Rio Amazonas. A expectativa é de que a altura de contenção fique 01 metro acima da última grande enchente neste local.


Foi feito todo um trabalho de base com solo compactado que serve para confinar a areia, informou o engenheiro Nonato

“Estamos fazendo uma obra de proteção de margem de rio. Essa obra ela se deu de uma forma assim um pouco mais rápida devido ao rio que não secou ao seu nível mínimo, então nós pegamos o rio com nível um pouco acima. Foi feito todo um trabalho de base com solo compactado que serve para confinar a areia que é o material, um agregado que é permeável que dá fluidez pras várias nascentes que existe e juntamente com os filtros que são feitos faz com que essa água seja lançada no rio sem causar problema a obra. Nós já estamos saindo da parte crítica devido a cheia do rio que está vendo de forma acelerada também, mais todo trabalho esta sendo feito pra que a gente consiga vencer mais essa etapa”, afirma o responsável pela obra, engenheiro Nonato Belo.
A contenção de erosão fluvial nessa parte da orla de Itacoatiara deverá estar pronta totalmente no final deste ano. 95% dos funcionários são de Itacoatiara que trabalham na construção desta orla. São aproximadamente 430 metros de muro de contenção que será construído nesta segunda etapa. A primeira etapa aconteceu em 2008 onde foi construído o Passeio Jornalista Agnelo Oliveira, hoje um dos cartões postais da cidade.

Texto e Fotos: Sérgio Azevedo

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ALBUM DE ITACOATIARA