quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Aliados garantem que Amazonino Mendes prefere Omar Aziz a Eduardo Braga, mas só anunciará decisão

Amazonino Mendes tem dito a correligionários que vai seguir Omar Aziz em 2014
Dois importantes líderes interioranos, das calhas dos rios Juruá e Solimões, filiados ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), garantiram ao CORREIO DO ZACA que o ex-prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, deve participar diretamente da disputa eleitoral de 2014 como candidato ao Senado ou à Câmara Federal, apoiando a coligação de partidos sob o comando do governador Omar Aziz (PSD) e do prefeito Arthur Neto (PSDB).

Portal do Antonio Zacarias

Vereador Dário Nunes cobra melhorias para o serviço de telefonia e internet em Itacoatiara

Ver.Dário

Vereador Dário Nunes (PSDB) solicitou providencias ao chefe de fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), sobre o péssimo serviço de telefonia em Itacoatiara. Dário disse que tem sido procurado repetidas vezes por empresários e setores da Comunidade se queixando desse serviço no município. “Principalmente do sinal de telefonia móvel que não atende a expectativa muito menos à necessidade do processo de desenvolvimento tecnológica de telefonia”. Essa situação é tão grave – salientou Dário Nunes – “que vários empresários tem nos procurado alegando que fazem solicitação junto à empresa de um pacote de 4 a 5 Gigas, mas quando recebem os serviços constatam apenas um. A situação é grave disse Dário. É muito ruim.”.
Outra reclamação que chegou ao vereador é péssimo serviço de internet na cidade. “““ “““ Os comerciantes têm que enviar e-mails diários para o governo do estado relatando sobre as notas emitidas, mas a falta de internet e a baixa velocidade da rede impossibilita essa comunicação”.” Além disso – segue o vereador – “a empresa vende um pacote para uma região e, depois disso, comunica que não tem portal naquela área e não tem como a internet chegar lá. Isso é chantagem. Merece punição.”Diante do exposto, Dario informou que vai encaminhar requerimento a essas empresas solicitando informações do projeto de expansão da internet em Itacoatiara. “Se não resolver, vou procurar a Anatel em Brasília. Itacoatiara precisa de um projeto de expansão de telefonia, assim como ocorre com a energia. O serviço de internet é muito ruim e precisa ser melhorado com urgência”, destacou.

fonte: Câmara cidadã de Itacoatiara

Praciano consegue liberar recursos para implantação de academias ao ar livre no Amazonas


Academias a Céu Aberto.
Academias a Céu Aberto.
O deputado federal Francisco Praciano (PT-AM), conseguiu liberar recursos, junto ao Ministério dos Esportes, para que Manaus e sete cidades do interior do Amazonas possam construir suas academias ao ar livre. O montante de recursos chega a quase R$ 2 milhões de reais.
As Academias ao Ar Livre são estações de atividade físicas voltadas, inicialmente, à população da terceira idade. Entretanto, hoje, cada academia é composta de 10 equipamentos e pode ser utilizada por qualquer pessoa. “Em quase todos os municípios do Amazonas recebo esse pedido das prefeituras e moradores”, comentou Praciano.
Ao comemorar a conquista ele acrescentou, “articulei com os agentes do Ministério dos Esportes e consegui recursos para que Manaus, Manacapuru, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Iranduba, Rio Preto da Eva, São Gabriel da Cachoeira e Maués fossem beneficiados com a implantação das Academias ao ar livre”, finalizou o parlamentar.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cabo Maciel lamenta problemas e cobra abertura do porto no município de Itacoatiara


A Ahimoc deve encaminhar os documentos para a Capitania liberar o funcionamento do porto

Lamentando que muita gente esteja sendo prejudicada porque o porto de Itacoatiara não funciona, e as pessoas que precisam apanhar um barco, pelo fato do porto estar interditado, se sujeitam a fretar uma passagem de lancha por 15 reais, para chegarem ao barco no outro lado do rio, arriscando a própria vida, o deputado Cabo Maciel (PR) relatou, nesta terça-feira (6), da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM), as providências que vem tomando para reabrir o porto e acabar com os problemas da população.

Dep. Cabo Maciel trabalha para reabrir o Porto de Itacoatiara
O parlamentar disse que teve reunião com o titular da Receita Federal em Itacoatiara, Flemming Zeemann do Pinho que informou que o porto estava previsto perder o alfandegamento simplesmente por falta de algumas documentações, entre elas a que comprovasse a posse do presidente da Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental (Ahimoc), Sabá Reis, e uma portaria do mesmo para o administrador do porto, Paulo Honorato da Silva.

“Essas documentações foram providenciadas depois de muito corre-corre, e já foram entregues à Receita Federal para se abrir um processo de vistoria ao porto, a fim de manter o alfandegamento, que permite operações de importação e exportação”, afirmou Cabo Maciel. Segundo ele, foi necessário também atender a outras exigências da Capitania dos Portos para a abertura do porto, como a colocação das poitas, que já estão prontas em Manaus e devem ser levadas em breve para Itacoatiara.

“Tivemos uma reunião com o capitão César Machado, na Capitania, onde foram feitas algumas exigências ao Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), as quais estão sendo demandadas para fazer o protocolo na Capitania para manter o porto aberto”, informou o deputado, ressaltando que o porto está preparado para fazer exportação ao largo, “mas isso é pouco divulgado porque tem os interesses de meia dúzia de pessoas que estão ganhando para que isso não aconteça”.

Cabo Maciel lamentou que “enquanto a gente luta para o porto de Itacoatiara reabrir, tem alguns que lutam para que o porto não abra e toda a exportação seja feita pelo porto de Manaus”. Por isso, ele se declarou solidário ao sindicato e a todos os funcionários do porto “que dependem da movimentação do porto para sustentar suas famílias e estão tendo de alguma forma um boicote para que o porto não abra”.

Encontro vai debater incentivos ao Polo Naval

Fieam, Sudam e BNDES debatem fomentação naval e exportação de grãos via Oceano Atlântico

Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas
Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas (Marcio Silva)
 
Em meio às discussões sobre a implantação do polo naval em Manaus, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) promovem, nesta quarta-feira (7), o Encontro da Indústria Naval do Amazonas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e agentes financeiros.
Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas. Os recursos para financiamentos podem ser bem maiores, por conta do potencial de navegação dos rios do Amazonas, disse o gerente do Departamento Transporte e Logística, Nelson Tucci, que virá representando o BNDES, junto com o gerente do Departamento de Relacionamento com Agentes Financeiros e Outras Instituições, Nelson Tortosa.
Segundo Tucci, o objetivo do BNDES e das entidades em questão é de fomentar, especialmente, a construção de embarcações modernas de cargas, visto que os rios da Amazônia servem de importante rota para o escoamento e exportação de grãos via Oceano Atlântico. Dessa forma, será possível diminuir os custos com frete e o tempo de navegação das cargas, desafogando os portos do Sul e Sudeste do Brasil. Além dos grãos (soja, milho), os derivados de petróleo, alimentos e minérios são commodities brasileiros que podem se utilizar do transporte fluvial.
A ideia do governo federal é aumentar em 50% a capacidade produtiva das hidrovias brasileiras nos próximos 10 anos, utilizando embarcações fabricadas aqui. Dos 20 mil quilômetros dessas hidrovias fluviais, 16 mil quilômetros estão na Região Norte, embora pouco aproveitados.
“Há uma demanda forte de novas embarcações, impulsionado o agronegócio no Centro-oeste. Todos sabem que os portos Paranaguá (PR) e Santos (SP) já estão saturados. Por isso a necessidade de utilizar o corredor de exportações pelos rios Madeira e Tapajós, que carregam 40 mil toneladas. Seria possível trazer 20 milhões de toneladas/ano de grãos por esses rios que trafegam pouco. Isso iria para a China pelo canal do Panamá”, destacou Tucci.
Além de estimular a indústria da construção naval, Tucci destacou que é preciso fazer investimentos na consolidação das hidrovias como canais, transposições, eclusas e sinalização dos rios. “É importante que os estaleiros construam, precisamos ampliar capacidade de produção, modernizar o parque, diminuir custos”, ressaltou.
De acordo com o superintendente da Sudam, Djalma Melo, o BNDES vai oferecer linhas de financiamento tanto os armadores e para financiar os construtores de barcos (estaleiros).

Rota para fortalecer comércio
A consolidação de uma rota comercial entre o Amazonas e o Peru através do rio Solimões que liga os dois países até desembocar no Oceano Pacífico, será o assunto da conversa que será realizada hoje, as 11h, entre o consul-geral do Peru em Manaus, Eduardo Vicente Rivoldi Nicolini, e os deputados da Assembleia Legislativa (ALE-AM).
A intenção da proposta é garantir para as indústrias dos dois países uma rota que pode ser até 15 dias mais curta que a utilização do Canal do Panamá. A rota pode ser um canal de exportação para países asiáticos (no sentido Brasil/Peru) e europeus (no sentido Peru/Brasil).
A proposta faz uso das cidades amazonenses de Tabatinga e Benjamim Constant, que através do Rio Amazonas se comunicam com o porto de Iquitos, no Peru. De Iquitos, ainda por rio, a mercadoria segue para o porto de Yurimaguas e por estrada chegará ao porto de Paita.
As hidrovias brasileiras representam, atualmente, 13% dos modais de transporte no Brasil.

Acritica - Manaus, 06 de Agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Guerra silenciosa: soldados da borracha serão 'compensados' com pensão

Guerra silenciosa: soldados da borracha serão 'compensados' com pensãoAlenquer - Para resgatar a dignidade e a cidadania dos chamados “soldados da borracha”: milhares de homens recrutados pelo Governo Federal para servir à Pátria durante a 2ª Guerra Mundial em meio às matas da região amazônica, a Defensoria Pública do Pará, através do defensor público Carlos Eduardo Barros, está desenvolvendo o projeto “Soldados da Borracha” que visa garantir o direito a benefícios como aposentadorias e pensões vitalícias a “soldados” e seus familiares.

 
Os horrores de uma guerra silenciosa:

Os “soldados da borracha” viviam em regime de escravidão. Levados a locais distantes, a promessa era de salário digno, alimentação, e assistência médica e odontológica, o que nunca acontecia.

Mensalmente eram cobradas dividas: alimentação, remédios, moradia, que nunca conseguiam ser quitadas. Desta forma os seringalistas sempre mantinham a escravidão destes homens.

Caso algum deles fugisse era caçado como animal pelas matas e mortos pelos capangas.

Da comprovação ao benefício:

De acordo com o defensor público Carlos Eduardo Barros para verificar se a pessoa foi um “soldado”, a Defensoria teve acesso a um arquivo nacional do Rio de Janeiro, que possui uma lista com mais de 10 mil nomes de pessoas recrutadas em todo o Brasil. Através desta listagem, é possível identificar o beneficiado.

Porém, mesmo com o nome constando na lista, é necessário que as pessoas apresentem documentos que comprovem que foram soldados ou pelo menos três testemunhas que comprovem a situação. Após a comprovação é realizado um procedimento administrativo que em seguida é encaminhado ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que analisará os direitos. Caso seja beneficiado, o soldado ou a família, receberá o valor correspondente a dois salários mínimos.
“Sabemos que muitos não possuem mais documentos, mas é necessária qualquer espécie de identificação, para que não haja fraudes”. Comentou Carlos Eduardo Barros.

Regras:

- Têm direito ao benefício ex- soldados da borracha, viúvas, ex-companheiras, filhos menores de 21 anos e filhos inválidos que comprovem através de documentos ou testemunhas que foram “soldados da borracha”.

- O valor pago pelo INSS é fixado em dois salários mínimos.

- Segundo o defensor, 60 mil homens foram recrutados para o serviço e 30 mil morreram nas matas, vítimas de doenças, picadas de cobra, entre outros problemas.

- O projeto é itinerante e vários municípios serão visitados.

A primeira audiência será no município de Alenquer/PA, na próxima segunda–feira (12).


Suzy Loyola com informações de Diário do Pará

PARTICIPE DA PROGRAMAÇÃO DO CENTRO CULTURAL VELHA SERPA - MÊS DE AGOSTO



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ALBUM DE ITACOATIARA