sexta-feira, 21 de julho de 2017

Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Eventos, realiza oficina de capoeira em parceira com escola da rede pública de ensino



A Prefeitura de Itacoatiara através da Secretaria de Cultura Turismo e Eventos, apoiou oficina voltada para o desenvolvimento da Capoeira no Município, ministrada pelo mestre Belmond, membro da Associação Brasileira de Capoeira, na Escola Estadual Mirtes Rosas dias 15 e 16 de julho. Participaram capoeiristas e mestre Cleberson Ferreira do Grupo kamangula coordenador da oficina. A capoeira considerada como Patrimônio Cultural Mundial pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura e uma mistura de arte marcial, esporte, cultura popular e principalmente musica. Foi desenvolvida no Brasil no por descendentes africanos. Considera-se que sua origem surgiu no seculo XVI no Quilombo dos Palmares na então Capitania de Pernambuco.


Academia Brasileira de Letras comemora seus 120 anos de fundação e entrega ao historiador baiano João José Reis o prêmio Machado de Assis de 2017

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A Academia Brasileira de Letras comemorou seus 120 anos de fundação, dia 20 de julho, quinta-feira, em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon. A Acadêmica e escritora Nélida Piñon, Secretária-Geral da ABL, foi a oradora oficial do evento e exaltou a História da Casa por intermédio dos objetos que contam sua trajetória desde 1897.


“Os objetos espalham-se pelas bibliotecas e pelas salas. Ao vê-los inertes na aparência, compunjo-me, procuro saber que arrebato se escondeu em cada um deles. Entre eles, observo o pince-nez com o qual Machado escrevia. Este pince-nez arfa na Academia Brasileira de Letras. Felizmente alguém o retirou do seu rosto salvando-o de seguir com Machado de Assis para a eternidade”, disse a Acadêmica em seu discurso na cerimônia.

Na mesma solenidade, o historiador baiano João José Reis, um dos mais importantes do Brasil nessa área, autor de diversos livros, entre eles A morte é uma festa, recebeu o Prêmio Machado de Assis de 2017, no valor de R$ 300 mil, e um diploma. O Acadêmico e historiador José Murilo de Carvalho fez a saudação ao vencedor. Também foi dada a palavra ao ganhador do prêmio.

Encerrada a solenidade, o Presidente convidou os presentes para assistirem a uma apresentação do Quarteto de Cordas Rio de Janeiro (Ricardo Amado, violino; Andrea Moniz, violino; Dhyan Toffolo, viola; e Ricardo Santoro, violoncelo) e participar do coquetel que se seguiu ao espetáculo.

O VENCEDOR DO PRÊMIO DE 2017

Graduado em História pela Universidade Católica de Salvador, João José Reis tem mestrado e doutorado pela Universidade de Minnesota e diversos pós-doutorados, que incluem a Universidade de Londres, o Center for Advanced Studies in the Behavioral Sciences, da Universidade de Stanford, e o National Humanities Center.

Também foi professor visitante das seguintes universidades: Universidade de Michigan, Universidade Brandeis, Universidade de Princeton, Universidade do Texas e Universidade de Harvard. Atualmente é professor titular do departamento de História da Universidade Federal da Bahia

Entre seus livros de maior destaque estão: Negociação e Conflito: A Resistência Negra no Brasil Escravista; Liberdade por um Fio: História dos Quilombos no Brasil; Rebelião Escrava no Brasil: A História do Levante dos Malês.

João José Reis recebeu diversos prêmios no Brasil e no Exterior, entre eles: Prêmio Casa de las Americas, do Instituto Casa de las Americas, de Cuba; Ordem Nacional do Mérito Científico na Classe de Comendador, do Ministério da Ciência e Tecnologia e Academia Brasileira de Ciências; Prêmio Jabuti de Literatura (melhor obra de não-ficção com o livro A morte é uma festa), da Câmara Brasileira do Livro.

domingo, 16 de julho de 2017

Amazonas de Daomé: O brutal exército das mulheres

As amazonas de Daomé | Crédito: Diego de Almeida

Guerreiras da vida real aterrorizaram os invasores franceses

Nansica, uma jovem soldado do reino de Daomé, o atual Benin, de cerca de 16 anos, se aproxima rapidamente de um sargento francês e o decapita com furor. Em seguida, tem seu corpo atravessado por uma baioneta e tomba de costas, braços estendidos para a frente. Na mesma batalha, um soldado gabonês de infantaria, recrutado pelos franceses, desarma outra militar de Daomé. Sem opção, ela rasga a garganta do inimigo com os próprios dentes.

Apesar de a França ter conquistado Daomé em 1894, após duas guerras num período de 4 anos, a ferocidade das mulheres que compunham 1/3 das tropas do país africano ao longo do século 19 impressionou visitantes e soldados estrangeiros."O valor das amazonas é real. Treinadas desde a infância com os mais árduos exercícios, constantemente incitadas à guerra, elas levavam às batalhas uma fúria verdadeira e um ardor sanguinário... Inspirando com sua coragem e sua energia indomável tropas que as seguiam", escreveu em 1895 o major francês Léonce Grandin, que lançou Le Dahomey: À l"Assaut du Pays des Noirs, em que analisa a guerra na qual lutou. "Notavelmente bravas", "extraordinárias por sua coragem e ferocidade" e de "tenacidade selvagem" são algumas das características atribuídas a elas por combatentes franceses em diários escritos no calor das batalhas.

Donas do palácio

Mulheres lutando em exércitos não eram novidade. Mas um exército de mulheres, sim. Esqueça as lendárias amazonas da Grécia antiga, que estão no terreno do mito. Como escreve o jornalista e pesquisador Stanley B. Alpern em Amazons of Black Sparta("Amazonas da Esparta Negra"), "na verdade, as únicas amazonas documentadas da História são o tema deste livro".

Para a autora de Wives of the Leopard: Gender, Politics and Culture in the Kingdom of Dahomey ("Esposas do Leopardo: Gênero, Política e Cultura no Reino de Daomé, sem edição"), Edna G. Bay, elas talvez nem fossem tão melhores e mais ferozes que seus companheiros de armas. "Mas a visão de mulheres combatentes foi um choque para os franceses", comenta ela.


Algumas das Amazonas / Diego de Almeida


As mulheres soldados e oficiais do exército de Daomé possuíam escravas, moravam no palácio do rei e eram tão respeitadas e poderosas que, quando andavam pelas ruas, os homens comuns deviam dar um passo atrás para abrir caminho e olhar para o outro lado: não podiam dirigir seu olhar a elas. Usavam uniformes, carregavam bandeiras e cantavam hinos.

Acostumadas desde cedo a um treinamento rigoroso, eram grandes guerreiras, fortes, velozes, que escalavam paredões, empunhavam espadas, machadinhas e punhais com vigor e, armadas com espingardas, atiravam com boa mira. Decapitavam sem pena. Estavam, normalmente, na linha de frente dos ataques aos reinos inimigos, à frente dos homens.

Esparta das mulheres

As militares não eram as únicas mulheres com poder na sociedade de Daomé, cuja etnia principal era a fon e onde havia a prática do vodu. Outras estavam em posições-chave na política e em cargos burocráticos. "Isso não era incomum na África Ocidental, onde em muitos reinos havia, por exemplo, a figura da rainha-mãe. Mas Daomé levou isso ao extremo. Em nenhum outro lugar havia tropas inteiras de combatentes femininas, em toda a história", ressalta Edna Bay.

Como um exército de mulheres surgiu naquele lugar particular da África do século 19 é algo que gera discussões e questionamentos. Mas acredita-se que as origens das tropas femininas de Benin estejam em dois grupos. O de mulheres caçadoras de elefantes, comuns nos séculos 17 e 18, ou o mais provável: o de guardas do palácio real. Apenas mulheres e eunucos podiam guardar os aposentos do rei e de suas centenas de esposas. Mas no Benin tais sentinelas teriam evoluído para a formação de uma guarda pretoriana do governante.

Havia cerca de 5 mil mulheres no palácio, entre esposas do rei, guardas, administradoras, funcionárias e escravas. "As mulheres eram criadas, desde a infância, para serem leais à sua família de nascença e à família do marido", conta Edna. Assim, quase todas as mulheres do palácio eram esposas do rei, mesmo que não tivessem relações sexuais com ele. É o caso das mulheres militares, celibatárias.

Daomé era um dos grandes fornecedores de escravos para países como o Brasil. Os ataques a reinos vizinhos muitas vezes tinham como objetivo capturar escravos para a venda. Era o destino também de prisioneiros de guerra. Porém o número de mulheres negociadas era menor. Muitas eram treinadas para se tornar amazonas.

As primeiras notícias das mulheres soldadas em Daomé datam de cerca de 1830. Daomé lutava em muitas guerras, o que levou ao declínio da população masculina. Isso é outro fator que pode explicar o uso de mulheres como militares. A última vez que elas entraram num campo de batalha foi em 1894, quando a França venceu a 2º Guerra Franco-Daomeana e subjugou o reino africano. "O colonialismo fez com que as mulheres africanas se encolhessem, perdessem a força, passassem a se casar para ser sustentadas pelos maridos", conta Edna Bay.




fonte: Revista História - Por 
Flávia Ribeiro

Participe da 2ª Exposição de aeromodelos de Itacoatiara


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É hoje as 16h na área do estacionamento do centro de Eventos Juracema Holanda.

Aviões, carros, drones e demais incríveis aeromodelos estarão em exposição. Alguns farão apresentação aérea para o público presente.

PARTICIPE!

sábado, 15 de julho de 2017

Itacoatiara ganha nova casa de Eventos - D Festas & Eventos, inaugurou nesta sexta em grande estilo!

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Um empreendimento da nossa amiga Denise, que sempre esta na vanguarda na decoração e realização de eventos sociais de Itacoatiara. Festas de formaturas, casamentos e demais eventos dessa natureza, agora tem um lugar apropriado para receber seus convidados, com diferentes ambientes e o extremo e reconhecido profissionalismo e bo gosto de nossa amiga Denise da Art Lar festas. O evento contou com o apoio de Eliana Lima, Keny Isper entre outras damas da sociedade itacoatiarense, que abrilhantaram o evento com suas descontraídas e notáveis presença.
A festa contou com a presença do prefeito Antonio Peixoto e demais autoridades e de parcela bastante significativa da sociedade itacoatiarense. Reacendendo o antigo espaço do memorável Ponto Chic da cidade de Itacoatiara, que foi palco de importantes momentos sociais e memoráveis encontros históricos da cidade. E não poderíamos deixar de enfatizar o espetáculo musical da festa, apresentado pelo cantor Natinho e banda, que tornaram a noite agradabilíssima com o excelente repertorio musical apresentado.

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Neste domingo 16 de julho, será a ordenado na Bahia o Monsenhor José Ionilton Lisboa de Oliveira, bispo de Itacoatiara.




Dom José Ionilton será ordenado o 4° bispo de Itacoatiara. O evento acontecerá na cidade de Araci - Bahia, e será transmitido ao vivo pelo internet, direto da Paróquia de Araci na Bahia. A solenidade será transmitida ao vivo pelo facebook. Uma comitiva de padres e leigos de Itacoatiara se deslocaram para o município de Araci-Bahia, para acompanhar o ato solene e ter o primeiro contato com o novo bispo.

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Em Itacoatiara, na catedral Nossa Senhora do Rosário, será montado um telão após a missa das 7h, para que todos possam acompanhar esse importante momento da igreja católica de Itacoatiara com a transmissão ao vivo da solenidade. Depois disso, ele virá tomar posse em outro evento na cidade de Itacoatiara, estará chegando por volta do dia 30 de julho ao município. A comunidade católica de Itacoatiara aguarda aciosa a chegada do seu novo Bispo. Dom Ionilton, substitui Dom Carillo Gritti, que foi bispo de Itacoatiara por 17 anos e faleceu em junho de 2016.



Clique no link da Paróquia de Araci, descrito a baixo
em amarelo e assista o evento agora e ao vivo!



Assista também a entrevista de Dom Ionilton, antes de sua ordenação
Clique aqui e assista a entrevista do nosso novo Bispo

sexta-feira, 7 de julho de 2017

EXPOSIÇÃO POEMAS GRÁFICOS e Oficina de Formação e Capacitação nas Artes Visuais – O CONSTRUTIVISMO em Itacoatiara

A Prefeitura de Itacoatiara através da Secretaria Municipal de Cultura, turismo e eventos, convida a população itacoatiarense para participar da EXPOSIÇÃO POEMAS GRÁFICOS e da Oficina de Formação e Capacitação nas Artes Visuais – O CONSTRUTIVISMO.

ÓSCAR RAMOS


Nasceu em Itacoatiara – AM, no ano de 1938. Foi aluno de Ivan Serpa no Curso de Pintura Livre que este mantinha no MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Premiado artista plástico, designer gráfico e diretor de artes cinematográficas, em 1965 é o vencedor do Prêmio Homenagem a Dante do Governo da Itália e conquistou uma Bolsa de Estudos da Universidade do Pará que lhe permitiu passar dois anos na Espanha, onde foi aluno de Manolo Mompó e freqüentou o curso de História da Arte da Universidade da Madrid, como aluno ouvinte. Em 1971, na Europa, desenvolveu importante trabalho de pesquisa visual na capital do País de Gales a convite do Cardiff Colledge of Art, do Reino Unido. Retorna ao Brasil em 1979 e, como diretor de arte, é premiado no Festival de Gramado, no Fest Rio e no Festival de Cinema de Brasília.

Produziu capas de discos de Caetano, Gil, Gal, Bethânia, Ritchie e João Bosco, entre outros. Participou três vezes da Bienal de São Paulo. Após retornar ao Amazonas torna-se o primeiro coordenador do Centro Cultural Palácio Rio Negro. Como diretor de arte participou da produção dos filmes Anaconda, da Columbia Pictures e Tainá, uma produção de Pedro Rovai. Foi o curador responsável pela montagem da Pinacoteca do Amazonas.

Local: Salão de Exposições da Casa da Cultura
Data: 07.07.2017 - Horário: 18h
A exposição e a Oficina de Artes visuais permanecerão
por duas  semanas no município de Itacoatiara.


Realização: Governo do Amazonas - Secretaria de Estado da Cultura
PROARTE - SESC - Prefeitura de Itacoatiara - SEMCTUR 

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ALBUM DE ITACOATIARA