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segunda-feira, 7 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Participando da solenidade de entrega do Título de Professor Emérito da UFAM ao Dr. Waldir Costa
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O Membro do CONSUNI, a Reitora Marcia Perales, e eu na solenidade de entrega de Título de Professor Emérto da UFAM ao psicólogo Waldir Costa. |
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Prof. Dr. e psicólogo Waldir Costa, exibindo o seu Título de Professor Emérito da UFAM e demais convidados |
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O Vice-reitor Professor Edinaldo, eu, o Dr. Edson e os demais membros do CONSUNI |
Escola política fundada por Gilberto Mestrinho está há 31 anos no poder - Entrevista: Historiador Aloysio Nogueira
Escola política fundada pelo ex-governador Gilberto Mestrinho emplaca, com José Melo, o sexto governador consecutivo (Arte Jornal A Crítica) |
De
forma ininterrupta, o Amazonas é governado há 31 anos por políticos
criados e doutrinados na cartilha do lendário “boto navegador”. Oito
mandatos perpetuaram o “modus operandi” administrativo, políticos e
eleitoral de Mestrinho
Ao
voltar ao Amazonas anistiado e ser eleito o primeiro governador por
voto direto no período de abertura política do País, em 1983, o
ex-governador Gilberto Mestrinho arquitetou um projeto de poder que
mantivesse o grupo dele por duas décadas no comando do Estado. Nem mesmo
Mestrinho sonhava que a sua escola política invadiria outro século,
levando ao poder, na sexta-feira, seu sexto governador consecutivo: José
Melo (Pros). De forma ininterrupta, o Amazonas é governado há 31 anos
por políticos criados e doutrinados na cartilha do lendário “boto
navegador”. Oito mandatos perpetuaram o “modus operandi” administrativo,
políticos e eleitoral de Mestrinho.
O
cientista social Carlos Santiago, cujo trabalho de conclusão de curso
foi “Redemocratização e Forças Políticas”, afirmou que a forma de
governar do grupo se fortaleceu tanto que, em 31 anos, o único candidato
ao Governo a vencer a eleição contra a máquina do Estado foi o próprio
Mestrinho, justamente em 1983, início da era de poder do grupo.
Eleição de 1982
A
primeira votação direta para o Governo do Amazonas, além de Mestrinho,
teve como candidatos: o atual presidente do TCE, Josué Filho, do PDS
ligado aos militares; e o professor universitário Oswaldo Coelho,
primeiro candidato do PT ao Governo.
“Por
16 anos, Gilberto se revezou com Amazonino Mendes, sua cria, no
Governo, que, por sua vez, fez outras crias, que também se revezam no
poder. Sempre se elegendo com o apoio da máquina. É uma prática que deve
se repetir esse ano. Ou alguém acha que (José) Melo não usará a
máquina?”, declarou Carlos Santiago.
Modelo conservador
Para
o historiador e professor do Departamento de História da Ufam, Aloísio
Nogueira, o grupo que se reveza no poder no Amazonas é extremamente
conservador, populista e ineficaz na gestão por não conseguir em 32 anos
levar qualidade de vida à população. “Todo ano eleitoral é a mesma
coisa: distribuição de implementos agrícolas no interior, promessas de
resolver o isolamento no interior e a falta de água em Manaus”,
declarou.
Aloísio
Nogueira afirmou que o fortalecimento do grupo, ao longo do tempo, pode
ser apontado pela cooptação, para a sua base aliada, das vozes de
oposição que surgiam no caminho, incluindo partidos de oposição e
movimentos sociais. “Vamos a um exemplo: quem era o adversário de
Mestrinho em 1983? Josué Filho. Onde está a família dele hoje? No
comando do TCE e da ALE-AM. Outro exemplo: PT e PCdoB. Foram cooptados
por essas forças e hoje compõem a base do Governo deles”.
Na
opinião do historiador, os rachas internos que surgiram, como se repete
em 2014, são rapidamente revertidos a cada eleição. “O grupo sabe
aparar as arestas internas desmobilizar a população, cooptar lideranças e
reprimir quando é o caso. Porque também é repressor, veja os comerciais
da força policial”, declarou.
Para
Aloísio Nogueira, a população acompanha ao longo dos 32 anos,
“histórias de racha no grupo” e depois de entendimentos. O movimento
polariza as disputas e não cede espaço a um político que não tenha sido
gerido no seio do grupo. “Verifique que embora se apresente com várias
caras, eles têm uma prática interna. Uma tática única de aliança com o
poder central e de tirar o maior proveito possível disso. A população
não tem opções de candidatos. Não tem conversa”, declarou o professor.
Hegemonia política - Legado de Mestrinho
Ao
assumir o posto de governador, na noite de sexta-feira, José Melo
garantiu ao grupo político fundado pelo ex-governador Gilberto Mestrinho
a hegemonia de 31 anos no comando do Estado, e afunilou a disputa deste
ano a dois alunos dessa escola. Reprodução
Ex-governador
Gilberto Mestrinho fez de Amazonino Mendes prefeito de Manaus e depois
governador. Amazonino fez o mesmo com Braga.
Distorções na administração
O
economista e ex-prefeito de Manaus, Serafim Corrêa (PSB) afirma que o
modelo do grupo político que governa o Estado há 31 anos prioriza o
interesse eleitoral e despreza o mérito e a racionalidade “componentes
indispensáveis à verdadeira república”.
“Doações
mantendo milhares de pessoas na condição de beneficiárias. A própria
organização do serviço público - em que o concurso público nunca foi
preponderante, mas a indicação política - terminou aprofundando as
distorções e fazendo predominar a ineficiência, o que pode ser visto
principalmente nos serviços de saúde e educação”
Serafim
afirma que a não geração de capital humano necessário a disparar um
processo de desenvolvimento sustentável é resultado “desse processo
político equivocado”. “A rigor, há uma única exceção, que foi a criação
da UEA, mas que também não avançou como deveria pela não aplicação
integral dos recursos originariamente a ela destinados”.
Falta de inovação na economia
Para
o historiador Aloísio Nogueira, a regra dos governos populistas que
sucederam Mestrinho é a inexistência de programas de interesse da
população e modelo que coloca o interior dependente de repasses de
verbas, que os favorecem nas eleições.
O
historiador classifica como “chamariz de voto” e medida de
endividamento da máquina pública, os programas “3º ciclo”, “Zona Franca
Verde” e “Amazonas Rural”, apresentados como maneira de tirar o interior
do isolamento e da dependência. “Qual a situação do interior? Sequer
tem transporte. O preço é absurdo. Qual é a política para transporte
fluvial? Não tem”, declarou.
Nogueira
afirma que a principal base de sustentação da economia regional - a
Zona Franca de Manaus -, apresentada como troféu pelo grupo
pós-Mestrinho, é criação do governo militar e que o grupo não criou
alternativas para o Amazonas. “Esse discurso de que ela mantém a
floresta de pé, que preserva o meio ambiente, isso é mentira. Se faz
tudo isso, então porque os igarapés de Manaus estão desse jeito? Cadê a
Zona Franca para ajudar a construir um saneamento adequado para a
população dessa cidade?”.
Perfil
Gilberto
Mestrinho também governou o Estado entre 1959 e 1963 e foi cassado em
1964 com a ascensão dos militares. Em 19 de julho de 2009, após 15 dias
internado em hospital de Manaus, morreu por complicações cardíacas aos
81 anos.
Jornal acritica - Entrevistado: Prof. Aloysio Nogueira
06 de Abril de 2014
ROSIENE CARVALHO sábado, 5 de abril de 2014
Morre no Rio o ator José Wilker
O ator José Wilker, de 66 anos, morreu esta manhã em sua casa no Rio
de Janeiro. Ele deixa as filhas Isabel, Mariana e Madá Wilker. Ainda não
há informações oficiais sobre a causa da morte, mas suspeita-se de
infarto.
Um dos artistas mais atuantes da televisão e do cinema
brasileiros, Wilker pôde ser visto recentemente na novela "Amor à vida"
como o médico Herbert. (globo.com)
José Wilker de Almeida (Juazeiro do Norte, Ceará, 20 de agosto de 1947 — Rio de Janeiro, RJ, 05 de abril de 2014) foi um ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema brasileiro2 .
Biografia
José Wilker começou a carreira como locutor de rádio no Ceará, onde nasceu, e se mudou para o Rio de Janeiro aos dezenove anos.
Seu primeiro filme foi em 1965, A Falecida com uma participação não creditada, o filme ainda contava com Fernanda Montenegro como protagonista. Em 1979, esteve no elenco do filme Bye Bye Brasil e em 1985, no elenco de O Homem da Capa Preta.
Estreou nas telenovelas em 1971, em Bandeira 2, de Dias Gomes, na TV Globo. Fez muito sucesso com a novela Roque Santeiro na qual deu vida ao personagem-título junto com Regina Duarte e Lima Duarte. Entre 1997 e 2002, dirigiu boa parte dos episódios do Sai de Baixo3 , além de ter participado de um dos episódios do programa (Ghost Não Se Discute), em 1997.
Interpretou personagens célebres na televisão, como Giovanni Improtta, na novela Senhora do Destino e o ex-presidente Juscelino Kubitschek na minissérie JK. Em 2012 cai na boca do povo com o personagem Jesuíno Mendonça na novela Gabriela. O personagem foi marcado pelo bordão "Vou lhe usar", que se tornou febre nas redes sociais4 . No ano seguinte narra a chamada da novela Amor à Vida, e no meio da trama entra no elenco como o personagem Herbert.
Entre seus papéis mais marcantes no cinema estão Tiradentes, no filme Os Inconfidentes, de 1972; Vadinho, do recorde de bilheteria nos cinemas Dona Flor e Seus Dois Maridos, de 1976; o político Tenório Cavalcanti de O Homem da Capa Preta, de 1986 e Antônio Conselheiro, de Guerra de Canudos, de 1997 entre muitos outros.
Amante de cinema, tem aproximadamente quatro mil fitas em casa.
Mostrou ao público essa faceta assinando uma coluna semanal sobre o
assunto no Jornal do Brasil e fazendo comentários de filmes nos canais de televisão por assinatura Telecine da Globosat. É também comentarista oficial da transmissão da premiação do Oscar da Rede Globo. Além de apresentar o programa Palco & Platéia, que é transmitido pelo Canal Brasil.
Foi diretor-presidente da Riofilme – distribuidora de filmes do município do Rio de Janeiro. José Wilker teve duas filhas: Mariana, com a atriz Renée de Vielmond, e Isabel, com a atriz Mônica Torres. Foi casado com Guilhermina Guinle. Seu último casamento foi com a jornalista Claudia Montenegro com quem teve Madá.
José Wilker faleceu no dia 05 de abril de 2014, aos 66 anos, vítima de infarto e deixou todo seu dinheiro para caridade.
Carreira
Televisão
Como ator
Ano | Trabalho | Personagem | Notas |
---|---|---|---|
1971 | Bandeira 2 | Zelito | Telenovela |
1971 | Caso Especial | Personagem desconhecido | Episódio: O Crime do Silêncio |
1972 | O Bofe | Bandeira | Telenovela |
1973 | Cavalo de Aço | Atílio | Telenovela |
1973 | Os Ossos do Barão | Martinho Ghirotto | Telenovela |
1974 | Corrida do Ouro | Fábio | Telenovela |
1974 | A Cartomante | Murilo | Telenovela |
1974 | Caso Especial | Personagem desconhecido | Episódio: Enquanto a Cegonha Não Vem |
1975 | Gabriela | Mundinho Falcão | Telenovela |
1976 | Anjo Mau | Rodrigo Medeiros | Telenovela |
1980 | Plumas e Paetês | Renato / Paulo | Telenovela |
1981 | Brilhante | Oswaldo / Sidney | Telenovela |
1982 | Final Feliz | Rodrigo | Telenovela |
1982 | Paraíso | Faustinho | Telenovela |
1983 | Bandidos da Falange | Tito Lívio | Minissérie |
1984 | Transas e Caretas | Tiago | Telenovela |
1985 | Roque Santeiro | Luis Roque Duarte | Telenovela |
1987 | Carmem | Camilo | Telenovela |
1987 | Corpo Santo | Ulisses Queiroz | Telenovela |
1989 | O Salvador da Pátria | João Matos | Telenovela |
1990 | Mico Preto | Frederico | Telenovela |
1992 | Anos Rebeldes | Fábio Andrade Brito | Telenovela |
1993 | Agosto | Pedro Lomagno | Telenovela |
1993 | 'Fera Ferida | Demóstenes Maçaranduba da Costa | Telenovela |
1993 | Renascer | Delmiro Gouveia | Telenovela |
1995 | A Próxima Vítima | Marcelo Rossi | Telenovela |
1996 | Anjo de Mim | Bianor | Telenovela |
1996 | A Vida como Ela É | Narrador | Seriado |
1996 | O Fim do Mundo | Tião Socó | Telenovela |
1996 | Salsa e Merengue | Urbano | Telenovela |
1997 a 2002 | Sai de Baixo | Beto | Episódio: "Ghost Não Se Discute" / participações em voz. |
1999 | Suave Veneno | Waldomiro Cerqueira | Telenovela |
2000 | A Muralha | Dom Diego | Minissérie |
2001 | Um Anjo Caiu do Céu | Tarso | Telenovela |
2002 | Desejos de Mulher | Ariel Britz | Telenovela |
2002 | O Quinto dos Infernos | Marquês de Marialva | Minissérie |
2004 | Senhora do Destino | Giovanni Improtta | Telenovela |
2006 | JK | Juscelino Kubitschek | Minissérie |
2007 | Amazônia, de Galvez a Chico Mendes | Luis Gálvez Rodríguez de Arias | Minissérie |
2007 | Duas Caras | Francisco Macieira | Telenovela |
2008 | Três Irmãs | Augusto Pinheiro / Lázaro | Telenovela |
2009 | Cinquentinha | Daniel Lopes de Carvalho | Minissérie |
2010 | Na Forma da Lei | Dr. Mourão | Seriado |
2011 | O Bem Amado | Zeca Diabo | Minissérie |
2011 | Insensato Coração | Humberto Brandão | Telenovela / Participação especial |
2011 | A Mulher Invisível | Reinaldo Fachetti | Seriado |
2012 | O Brado Retumbante | Floriano Pedreira | Seriado |
2012 | Gabriela | Jesuíno Mendonça | Telenovela / Remake |
2013 | Amor à Vida | Herbert Marques | Telenovela |
Como diretor
Ano | Trabalho | Notas |
---|---|---|
1983 | Louco Amor | Telenovela |
1984 | Transas e Caretas | Telenovela |
1986 | Cinderela | Cinema |
1996 a 2002 | Sai de Baixo | Seriado |
Cinema
- 1965 - A Falecida
- 1966 - Paixão
- 1967 - El Justicero .... El Rato
- 1968 - A Vida Provisória
- 1970 - Estranho Triângulo
- 1971 - Os Inconfidentes … Tiradentes
- 1973 - Deliciosas Traições de Amor
- 1974 - Amor e Medo
- 1975 - Ana, a Libertina
- 1975 - O Casal
- 1976 - Confissões de uma Viúva Moça
- 1976 - Dona Flor e Seus Dois Maridos
- 1976 - Xica da Silva
- 1977 - Diamante Bruto
- 1978 - A Batalha dos Guararapes
- 1978 - O Golpe Mais Louco do Mundo
- 1979 - Bye Bye Brasil
- 1980 - O Incrível Monstro Trapalhão
- 1980 - Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Rezende
- 1981 - Fiebre Amarilla
- 1981 - Los Crápulas
- 1982 - O Rei da Vela 5
- 1982 - O Bom Burguês
- 1984 - São Bernardo
- 1984 - Jango (filme)
- 1985 - Fonte da Saudade
- 1985 - O Homem da Capa Preta
- 1986 - Baixo Gávea
- 1986 - Besame Mucho
- 1987 - Leila Diniz
- 1987 - Um Trem para as Estrelas
- 1989 - Dias Melhores Virão
- 1989 - Mentira .... Narrador
- 1989 - Doida Demais
- 1989 - Solidão, uma Linda História de Amor
- 1990 - Filha da Mãe
- 1992 - Medicine Man
- 1994 - Josué de Castro, Cidadão do Mundo .... Documentário Narrador
- 1996 - Pequeno Dicionário Amoroso
- 1996 - Delicado
- 1997 - For All - O Trampolim da Vitória
- 1997 - Guerra de Canudos .... Antonio Conselheiro
- 2000 - Villa-Lobos, Uma Vida de Paixão
- 2002 - Dead In Water
- 2002 - Banquete
- 2003 - Maria - Mãe do Filho de Deus
- 2003 - O Homem do Ano
- 2004 - Onde Anda Você?
- 2004 - Redentor
- 2004 - Viva Sapato!
- 2005 - O Piadista
- 2005 - Olga Del Volga
- 2005 - O Guia do Mochileiro das Galáxias
- 2006 - Canta Maria .... Lampião
- 2006 - O Sonho de Inacim
- 2006 - O Maior Amor do Mundo
- 2008 - Casa da Mãe Joana
- 2008 - Sexo com amor?
- 2008 - Romance (2008)
- 2009 - Embarque Imediato
- 2010 - O Bem Amado
- 2010 - Elvis e Madona
- 2011 - Tancredo, a Travessia (documentário) .... Narrador
- 2011 - "Kreuko" em Mundo Invisível
- 2011 - A Melhor Idade (curta-metragem)
- 2013 - Giovanni Improtta (filme)
- 2013 - Casa da Mãe Joana 2
- 2013 - Isolados6
Referências
- UOL: José Wilker morre aos 66, vítima de infarto fulminante
- Perfil - José Wilker (em português). Página visitada em 13 de janeiro de 2013.
- Memória Globo - Sai de Baixo (em português). Página visitada em 13 de janeiro de 2013.
- CARAS - José Wilker comenta o sucesso do bordão de Jesuíno: 'Vou lhe usar' (em português). Página visitada em 13 de janeiro de 2013.
- Cinemateca Brasileira, O Rei da Vela [em linha]
- Ogloo; Michele Miranda. Bruno Gagliasso e Regiane Alves apostam em filme de suspense que estreia em 2013. Página visitada em 10 de outubro de 2013.
Ligações externas
- José Wilker (em inglês) no Internet Movie Database
- Entrevista com José Wilker
- José Wilker em Memória Globo
- José Wilker no Filmow
[Expandir] Troféu Imprensa de melhor ator (2001–presente) |
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[Expandir] Troféu APCA de Melhor Ator |
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[Expandir] Prêmio de Melhor Ator no Festival de Gramado |
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José Melo assume o cargo de governador do Amazonas
Melo recebe a faixa de Governador do Estado das mãos de Omar Aziz
(Márcio Silva)
No Teatro Amazonas, Melo recebeu a faixa de chefe do Executivo Estadual das mãos de Omar Aziz, que deixou o cargo para disputar o Senado nas eleições 2014
Em
solenidade no Teatro Amazonas, José Melo (PROS) foi empossado como o
novo governador do Amazonas na noite desta sexta-feira (4), em Manaus. O
então chefe do Executivo Estadual, Omar Aziz (PSD), renunciou e passou o
cargo para quem era seu vice para disputar uma vaga no Senado Federal
pelo o Amazonas, durante as eleições de outubro de 2014.
“Os
próximos 90 dias serão só de trabalho”, afirmou Melo ao chegar no
Teatro, com 20 minutos de atraso. O evento, que conta com a presença de
políticos e autoridades locais, iniciou com a abertura feita pelo
presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Josué Neto, e,
em seguida, Aziz discursou, recontando sua trajetória no Governo, antes
de passar a faixa de Governador em um ato simbólico.
"Foi
um prazer enorme governar esse Estado, realizei um sonho. Deixo essa
administração sem nenhum escândalo ou mácula à minha imagem. Fizemos
grandes obras que mudaram a vida das pessoas, na capital e no interior
do Estado. Deixo o Governo com sentimento de dever cumprido e com
grandes ações. Saio de cena e deixo o caminho para o José Melo, mas
voltarei depois como um soldado em defesa do Amazonas", avisou Aziz no
seu discurso, recebido com muitas palmas.
No discurso já como governador, Melo citou seu antecessor, Omar Aziz; a
agora ex-primeira-dama Nejmi Aziz; o "velho amigo e pai político", o
ex-governador Amazonino Mendes; e o atual prefeito de Manaus, Artur
Neto.
"Tenho
certeza de que vou me esforçar o máximo possivel para me emparelhar a
esse magnífico governador Omar Aziz. A vida toda eu sonhei com este
momento, mas nunca pensei que tivesse tanto gelo na minha barriga. Sou
servidor público, essa é minha essência. Nasci para isso e escolhi a
vida pública como meu caminho. Estou cheio de gratidão e de planos",
afirmou, emocionado. O professor recebeu a faixa às 21h50.
Melo
já deu a entender que deve dar continuidade à administração de Aziz e,
principalmente, ao andamentos de obras que ainda não foram entregues,
que contabilizam cerca de R$ 4 bilhões em investimento.
Um
dos focos será a expansão do programa de segurança pública "Ronda nos
Bairros", que deve chegar a mais cidades do interior do Estado. A
educação também deve receber atenção especial, levando em conta toda a
trajetória de Melo como professor.
Entre
as ações desta área, o agora Governador planeja ampliar o número de
escolas em tempo integral, por exemplo. Como ele mesmo afirmou, a
prioridade nos primeiros meses de sua gestão deve ser de trabalho, e não
de política.
Eleições
Omar
Aziz deixou o cargo de governador para disputar as próximas eleições
como candidato ao Senado. José Melo também será candidato e, agora como
Governador, disputará pela reeleição ao cargo de chefe maior do Estado,
enfrentando nas urnas o antigo parceiro de partido e de gestão, Eduardo
Braga (PMDB).
Histórico
José
Melo de Oliveira nasceu em Eirunepé e tem 67 anos. Ele é casado e é pai
de cinco filhos. É economista formado pela Universidade Federal do
Amazonas (Ufam) e começou a vida pública em 1967, quando lecionava
História no Ginásio Estadual Estelita Tapajós e na antiga Escola Técnica
Federal do Amazonas.
Entre
1970 e 1984, ele atuou na Ufam como datilógrafo e diretor do
Departamento de Educação e Desportos. Foi interino na sub-reitoria para
Assuntos Acadêmicos, membro do Conselho Universitário e assessor para
Assuntos Acadêmicos. Foi, ainda, membro da equipe que elaborou o
processo de reconhecimento de 18 cursos da Ufam.
Entre
1984 e 1987 foi delegado do Ministério da Educação e Cultura. De 1989 a
março de 1991 foi secretário de Educação e Cultura. Entre 1993 a março
de 1994 foi secretário de Educação de Manaus (Semed). Em 1995 voltou a
assumir a Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Desportos do
Amazonas.
Ele
foi eleito deputado federal duas vezes, em 1994 e em 1998, e foi
eleito, em 2002, deputado estadual. Dentro da Assembleia Legislativa do
Amazonas, Melo foi presidente das Comissões de Orçamento, Finanças e
Tributação e membro de várias comissões.
Entre
2005 e 2006 foi presidente da Sociedade de Navegação Portos e Hidrovias
do Amazonas (SNPH). Em 2006, ele assumiu a Secretaria de Governo do
Amazonas (Segov), onde esteve no comando até abril de 2010, quando se
desincompatibilizou para ser vice-governador de Omar Aziz.
Jornal Acritica
Manaus (AM), 04 de Abril de 2014
VINICIUS LEAL
Melo, o “filho de um borracheiro do Rio Juruá”, é empossado governador
“Nos próximos 90 dias esperem muito, mais muito trabalho”, anunciou o governador José Melo |
José Melo de Oliveira é o novo
governador do Amazonas. Ele recebeu às 21h40min a faixa oficial das mãos
do ex-governador Omar Aziz numa concorrida cerimônia no Teatro
Amazonas. Melo quebrou o protocolo e anunciou que não leria o discurso
que havia preparado e pediu desculpas ao cerimonial e autoridades. “Quis
o destino que um filho de borracheiro do Rio Juruá fosse empossado hoje
nesse teatro no símbolo dos barões da borracha”, disse.
Durante mais de 40 minutos, diferente do professor tranquilo e até
tímido, o governador Melo estava solto.
Contou história políticas, do
tempo de escola e universidade, reviveu época dos mestres nos colégios,
de quando passou mais de 45 dias numa jangada do Rio Juruá até Manaus.
De quando apanhou de outros garotos no momento em que vendia jambo na
rua para ajudar na despesa de casa. “ Foi a única vez que eu me lembro
tenha brigado mesmo. Apanhei muito nesse dia. Mas no outro dia para a
minha surpresa peguei meu tabuleiro de jambo e ao chegar na esquina que
havia ocorrido a briga, me deparei com o pai de um dos meus agressores.
Ele me pediu desculpa. Me deu um envelope. Abri em casa e tinha o
dinheiro quase seis meses de trabalho. Com isso aprendi duas coisas:
violência não leva a nada e que de onde você menos espera vem um braço
amigo”, relatou.
Aos 66 anos Melo agradeceu ao casal Omar e Nejmi pelo apoio e sempre
incentivo. “Sonhei com esse momento a vida toda. Mas nunca pensei que
estivesse com tanto gelo na barriga. Pensando na responsabilidade e de
como substituir o Omar. O governador mais bem avaliado do Brasil. Omar
será a minha inspiração”, destacou.
Também teceu inúmeros comentários ao ex-governador Amazonino Mendes a
quem chamou de “amigo, velho parceiro, companheiro e pai político. “A
política me impôs uma afastamento de seis anos de você Amazonino e o
prejuízo foi meu”, afirmou o governador.
“Omar será a minha inspiração”, destacou Melo |
Pretende utilizar os mais de 32 anos de conhecimento do interior para
ajudar os prefeitos, vereadores e deputados estaduais, ao lado da agora
primeira dama Edilene Melo. “Os próximos 90 dias esperem muito, mais
muito trabalho”, anunciou.
O governador pediu que a população sonhe com dias melhores e acredite
no potencial do Amazonas. “Devemos sonhar mais alto. Sonhar em tornar o
nosso estado um polo de petroquímica, gasoquímica. Sermos os maiores
produtores de nutrientes. Temos o potássio e a silvinita. Podemos ser os
maiores produtores de peixe de água doce do Brasil. Temos como
aproveitar nossas riquezas naturais e tornarmos competitivos na indústria dos cosméticos”, elencou Melo.
Ao direcionar palavras ao prefeito de Manaus Artur Neto (PSDB), o
governador disse estar a disposição para continuar a grande parceria
entre o estado e Manaus, iniciado na gestão Omar Aziz. “Manaus é uma
cidade estado e não vou deixar de prosseguir com a ação conjunta.
Prefeito Artur vamos andar muito nesses caminhos, ruas, vielas para
conhecer os diversos problemas de nossa população”, disse.
José Melo também dará continuidade aos projetos deixados pelo
ex-governador Omar Aziz, um deles, a cidade universitária em Iranduba
classificou de “usina para forjar conhecimento capaz de mudar vidas”.
História de vida – José Melo de Oliveira (PROS) é
economista, formado pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Eleito
vice-governador, ao lado de Omar Aziz, no dia 3 de outubro de 2010,
pelo PMDB, ele assume o governo aos 66 anos de idade. Foi deputado
federal duas vezes, em 1994 e em 1998, sendo o mais votado na segunda
ocasião. Em 2002, elegeu-se deputado estadual e, na Assembleia
Legislativa do Amazonas-ALE-AM, presidiu as Comissões de Orçamento,
Finanças e Tributação.
Nascido em 26 de setembro de 1946 no município amazonense de
Eirunepé, na região do rio Juruá, filho de uma família de seringueiros,
José Melo iniciou a vida profissional na iniciativa privada.
Alfabetizado aos 11 anos de idade, quando a família veio para Manaus,
sempre estudou em escola pública e sua história de vida está relacionada
à educação, de onde foi alçado à política.
O professor José Melo, como é conhecido, iniciou a vida pública em
1967, lecionando História no Ginásio Estadual Estelita Tapajós, após uma
curta passagem pelo Banco Comercial do Pará. Também lecionou na antiga
Escola Técnica Federal do Amazonas. Entre 1970 e 1984, atuou na então
Universidade do Amazonas, em várias funções, entre elas as de
datilógrafo e de diretor do Departamento de Educação e Desportos. Foi
Interino na Sub Reitoria para Assuntos Acadêmicos, membro do Conselho
Universitário e assessor especial e para Assuntos Acadêmicos. Foi,
ainda, membro da equipe que elaborou o Regimento Interno e o Estatuto da
universidade com vistas à reforma universitária; das equipes que
elaboraram a normatização da implantação da referida reforma e o
processo de reconhecimento de 18 cursos da universidade.
Entre 1984 e 1987, foi delegado do Ministério da Educação e Cultura.
De 1989 a março de 1991, foi secretário de Educação e Cultura do Estado
do Amazonas. Entre 1993 e março de 1994, foi secretário Municipal de
Educação de Manaus. Em 1995, voltou a assumir a Secretaria de Estado de
Educação, Cultura e Desportos do Amazonas. Também esteve à frente do
Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Amazonas (Idam) e da
Secretaria de Estado de Coordenação do Interior (Seint) e atuou como
consultor em várias empresas privadas.
Entre 2005 e 2006, foi presidente da Sociedade de Navegação Portos e
Hidrovias do Amazonas (SNPH). Ainda em 2006, assumiu a Secretaria de
Governo do Amazonas (Segov), onde esteve no comando até abril de 2010,
quando se desincompatibilizou para concorrer à vaga de vice-governador,
função que ocupou até 4 de abril de 2014.
Atual presidente estadual do Partido Republicano da Ordem Social
(PROS), José Melo é casado com Edilene Gonçalves Gomes de Oliveira, é
pai de cinco filhos – Marita, Edson, Vanessa, Jasper Neto e Thaísa e tem
dois enteados – Fábio e Érica. /// Texto: Hudson Lima Pesquisa bibliográfica: Agecom
Blog da floresta - Por Roberto Brasil -
“Fizemos um governo de Paz”, Omar Aziz
“Aprendi que um bom gestor é aquele que monta uma boa equipe e nós fizemos isso em três anos e três meses de governo. Fizemos um governo mais humano”, disse Omar |
Nos poucos menos de 20 minutos do
último pronunciamento na função de comandante do estado do Amazonas,
realizado na noite desta sexta-feira 4 de abril, no Teatro Amazonas, na
solenidade de posse do professor José Melo ao cargo de governador, o
ex-governador Omar Aziz (PSD) resumiu haver realizado durante três anos e
3 meses um governo de paz.
Aziz disse não ter ficado um dia cansado de está na função de
governador, pois sonhou com o momento desde quando ingressou na
política, como líder estudantil. “Por maior que seja o poder da máquina
estadual, sempre haverá demandas. As demandas são enormes. Afirmou que
nosso governo, não foi um governo de briga. Foi um governo de paz.
Entrego um governo de paz ao meu sucesso”, afirmou.
Omar taxou de “amigo e irmão” o professor José Melo (PROS) e o
aconselhou a sempre ouvir, pois o governo é feito de cabeças pensantes e
nem sempre uma opinião deve prevalecer.
“Ninguém governa sozinho e aprendemos isso”, afirmou Omar Aziz
|
De forma humilde, Aziz creditou o sucesso de ser escolhido o
governador mais bem avaliado do Brasil ao restante da equipe. “Aprendi
que um bom gestor é aquele que monta uma boa equipe e nós fizemos isso
em três anos e três meses de governo. Fizemos um governo mais humano”,
disse.
Ao revelar querer que os mais jovens se lembrem do governo dele como o
governo da qual implantou a cidade Universitária, Omar emocionou-se ao
tocar no nomes dos filhos. “Quero que eles cresçam e conheçam a história
do pai como homem público trabalhador. Que trabalhou muito para deixar
um legado aos mais jovens”, diz.
As lágrimas de Omar, assim como a voz embasada, voltaram a surgir
quando falou dos pais. “Minha mãe (Delfina) não está aqui devido aos
problemas de saúde, mas se estivesse tenho certeza também estaria
orgulhosa. Assim como meu pai (falecido). Ninguém governa sozinho e
aprendemos isso”, afirmou Omar Aziz, que durante todo o pronunciamento
teceu elogios a primeira Dama Nejmi.
O ex-governador agradeceu a todos os prefeitos, vereadores, deputados
estaduais, federais, senadores, os demais políticos e segmentos da
população que o apoiaram na gestão. Próximo ao finalizar, Omar deixou
claro seu projeto de chegar ao senado. “Como um bom soldado estou à
disposição e assim vou permanecer”, afirmou.
Ao deixar o Teatro Amazonas, já como ex-governador, Omar e a esposa
Nejmi fora ovacionada por muitos populares que jogaram até papel picado e
abraçavam os dois demonstraram carinho e respeito. Omar atendeu a
todos. /// Texto e Fotos: Hudson Lima
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