domingo, 8 de março de 2015

PARABÉNS MULHER PELO DIA DEDICADO A TI E A TODOS OS DIAS DE TUA PRODIGIOSA EXISTÊNCIA!



História do dia 8 de março
 
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
 
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
 
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
 
 
Objetivo da Data 
 
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
 
 
Conquistas das Mulheres Brasileiras
 
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
 
 
A mulher itacoatiarense sendo protagonista na história da mulher na política brasileira
 
E coube a mulher itacoatiarense ser protagonista nessa história. Quando a jovem professora Raimunda Menezes de Vasconcellos Dias, se lançou candidata a vereadora em pleno governo de Getúlio Vargas na década de 40. Essa vetusta Senhora se candidatou e se elegeu com a maioria absoluta de votos, sendo eleita entre seus pares a primeira mulher presidente da Câmara Municipal de Itacoatiara. Na época ela teve mais votos que os vereadores antigos da casa: Adamastor de Figueiredo, Floro de Mendonça e de outras antigas figuras politicas da cidade, que hoje se tornaram nomes de ruas e de patrimônios públicos do município.
Isso fez com que se tornasse a primeira mulher eleita vereadora do Brasil, pois na época as mulheres a nível nacional, ainda estavam muito tímidas para participar do processo político e não tiveram a coragem da brava itacoatiarense, conhecida a época carinhosamente como Dadade.
 
E no cenário jurídico regional, coube mais uma vez a mulher itacoatiarense que também foi professora da Escola Dep. Vital de Mendonça na década de 70, quebrar os tabus da toga amazonense. Foi quando a itacoatiarense Desembargadora Marinildes Costeira de Mendonça Lima foi eleita a primeira mulher a assumir a presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas -TRE (1996) e depois, eleita a primeira presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas - TJA (2003).  
 
Frank Chaves

Getúlio Vargas, 60 anos depois.

Neste mês, o Biblioteca Fazendo História discute a herança política de Vargas no Brasil de hoje. O evento ocorre na quinta-feira (23), às 16h, na Biblioteca Nacional



Personagem marcante da vida política brasileira, Getúlio Vargas encarnou papeis divergentes em sua trajetória. Revolucionário, ditador, líder popular de massas, com plataformas ora progressistas, ora conservadoras. As influências de seus 25 anos de governo ainda podem ser vistas no cenário atual. O legado e as contradições do ex-presidente serão alguns dos assuntos debatidos no Biblioteca Fazendo História.
O economista Ricardo Bielschowsky, membro da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), é um dos convidados do Biblioteca Fazendo História de outubro, que acontece na quinta, dia 23, às 16h, no Auditório Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional. O encontro aborda os reflexos da Era Vargas 60 anos depois de sua morte e conta também com a participação do professor da FGV, Jorge Chaloub. A mediação é do pesquisador da Revista de História da Biblioteca Nacional, Marcello Scarrone.
Quem não puder ir até a Biblioteca Nacional terá a possibilidade de acompanhar o debate ao vivo pelo Twitter da revista e a transmissão simultânea pelo Instituto Embratel. Após o evento, serão distribuídos aos alunos certificados de participação que valem como horas de atividades complementares em suas universidades. Além disso, será sorteada uma assinatura anual da revista.

Serviço: Biblioteca Fazendo História
Tema do debate: Além da Era Vargas - 60 anos depois
Data: 23 de outubro, às 16h
Local: Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional
Endereço: Rua México, s/n – centro – Rio de Janeiro
Entrada Franca    

sexta-feira, 6 de março de 2015

Lista do petrolão reúne cúpula do Congresso e 5 partidos

Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquéritos para investigar políticos citados na Operação Lava Jato da PF

Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Fernando Collor e Gleisi Hoffmann
Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Fernando Collor e Gleisi Hoffmann(Agência Brasil/Sergio Lima/Alan Marques/Folhapress)

Depois de uma semana de muita tensão em Brasília, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou na noite desta sexta-feira a temida lista dos políticos que serão investigados por suspeita de envolvimento com o propinoduto que sangrou os cofres da Petrobras. Zavascki determinou a abertura de processos de investigação. São deputados federais, senadores e outras pessoas sem mandato que agora passam a responder inquéritos no Supremo no âmbito da Operação Lava Jato da Polícia Federal.
Zavascki também determinou o arquivamento das denúncias contra os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Aécio Neves (PSDB)-MG) e o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A temida lista elaborada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atinge em cheio a base a presidente Dilma Rousseff no Congresso, envolvendo políticos dos três principais partidos governistas: PT, PP, PMDB, além do senador aliado Fernando Collor, do PTB. Da oposição, o senador Antonio Anastasia, do PSDB de Minas Gerais, foi relacionado. Tanto no caso de Collor quanto no de Anastasia, os inquéritos já foram abertos e as diligências autorizadas.
As duas principais autoridades do Congresso Nacional integram a lista: o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A relação de senadores contém dois importantes ex-ministros do primeiro mandato de Dilma Rousseff: Edison Lobão (PMDB-MA), que comandava a pasta de Minas e Energia, e Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-chefe da Casa Civil.
A presidente Dilma Rousseff foi citada nas investigações, mas o procurador-geral da República informou que não tem competência para investigá-la, conforme determina a Constituição. Dilma foi citada na mesma investigação na qual aparece o ex-ministro Antonio Palocci Filho, cujo caso foi remetido ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em Curitiba.
A maior parte dos indícios contra parlamentares suspeitos de se beneficiarem do assalto à estatal foi recolhida a partir dos depoimentos do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor de Abastecimento da petroleira Paulo Roberto Costa. Os dois fizeram acordos de delação premiada e colaboraram com os investigadores em troca de benefícios judiciais.

Confira a lista dos nomes (ainda em atualização):
Renan Calheiros
Aníbal Ferreira Gomes
Roseana Sarney
Edison Lobão
João Pizzolati
Vander Loubert
Candido Vaccarezza
Lindbergh Farias
Gleisi Hoffmann
Humberto Costa
Simão Sessim
Arthur Lyra
Benedito de Lyra
José Mentor
Eduardo Cunha
José Otávio Germano
Luis Fernando Farias
Roberto Sérgio Ribeiro Coutinho Teixeira
Nelson Meurer
Eduardo da Fonte
Agnaldo Ribeiro
Aline Corrêa
Carlos Magno Ramos
Ciro Nogueira
Dirceu Esperafico
Gladson Cameli
Jerônimo Goergen
João Filipe de Souza Leão
Luis Argôlo
Sandes Junior
Afonso Hann
José Linhares da Ponte
José Olímpio Silveira Moraes
Lazaro Botelho Martins
Luiz Carlos Reinzi
Mario Negromonte
Pedro Correa
Pedro Henry
Renato Molling
Renato Balestra
Roberto Pereira de Brito
Romero Jucá
Valdir Raupp
Vilson Covatti
Valdir Maranhão


Por: Laryssa Borges, de Brasília - Atualizado em

Sai resultado parcial da lista de políticos envolvidos no esquema investigado pela operação Lava Jato, que apura irregularidades na Petrobras.



O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki autorizou, nesta sexta-feira (6), a abertura de inquérito contra políticos para apurar a participação deles no esquema investigado pela operação Lava Jato, que apura irregularidades na Petrobras.

Entre os nomes que fazem parte da lista, estão o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A presença desses nomes já era dada como certa desde o início da semana.
Os pedidos de abertura de inquérito foram feitos pela Procuradoria-Geral da República na última terça-feira (3), mas estavam sob sigilo, retirado hoje por Zavascki.
Na última terça-feira (3), a Procuradoria enviou 28 pedidos de abertura de inquérito contra 54 pessoas supostamente envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras que, segundo a Polícia Federal, movimentou R$ 10 bilhões em lavagem de dinheiro e pagamento de propina.
O dinheiro teria sido desviado de contratos superfaturados ntre empreiteiras e a estatal e parte desses recursos era repassado a partidos e políticos.
Confira os nomes da lista:

Senadores
Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente do Senado e do Congresso Nacional
Gleisi Hoffmann (PT-PR) – senadora pelo Paraná e ex-ministra da Casa Civil
Lindbergh Farias (PT-RJ) – senador pelo Rio de Janeiro e ex-candidato ao governo do Estado
Edison Lobão (PMDB-MA) – senador pelo Maranhão e ex-ministro de Minas e Energia
Fernando Collor (PTB-AL) – Senador por Alagoas e ex-presidente da República
Antonio Anastasia (PSDB-MG) - Senador e ex-governador de Minas Gerais

Deputados
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – presidente da Câmara e ex-líder do PMDB na Câmara
João Pizzolati – (PP-SC) – deputado federal por Santa Catarina
Simão Sessim (PP-RJ) – deputado federal pelo Rio de Janeiro

Políticos sem mandato
Roseana Sarney (PMDB-MA)


Bruna Borges e Leandro Prazeres
Do UOL, em Brasília
Leia mais em: http://zip.net/bqqV2M

quinta-feira, 5 de março de 2015

Cabo Maciel protocola Anteprojeto que aumenta para 20 mil o Quadro fixo da Policia Militar do Amazonas

Anteprojeto de Lei que fixa o aumento do efetivo da Polícia Militar do Amazonas em 20.000 (vinte mil), foi protocolado pelo presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Cabo Maciel (PR), com base no que trata a Lei n. 3. 793, de 27 de agosto de 2012.

A propositura do parlamentar se baseia no artigo 1º da presente Lei, cuja convocação dos militares ficará a cargo do Chefe do Poder Executivo, que fará a distribuíção por Decreto pelos Postos e Graduações que constituem a hierarquia Policial Militar de forma gradativa, segundo a necessidade da Segurança Pública do Estado do Amazonas.
Justifica Cabo Maciel que a população do Estado, de acordo com o censo de 2010, possui 3.483,985 habitantes, dos quais 2.755,490 vivem na área urbana e 728.495 na área rural. E a capital Manaus é considerada a cidade mais populosa da Região Norte, com 1.808.525 habitantes.

E, para que se tenha sempre nas ruas, 24 (vinte e quatro) horas por dia um contingente Policial capaz de evitar a ação delituosa de meliantes, mantendo a paz social e a tranqüilidade pública também é necessário o aumento do quadro fixo dos Policiais Militares no Amazonas, concluiu Cabo Maciel.

Manaus é apontada como uma das cidades mais promissoras para se viver no Brasil

Manaus é apontada como uma das cidades mais promissoras para se viver no Brasil
Uma pesquisa divulgada pela empresa de consultoria internacional Mercer, nesta quarta-feira (4), apontou Manaus como sendo uma das cidades mais promissoras para se viver no Brasil.

De acordo com a pesquisa, a capital amazonense é vista como um dos locais mais promissores, embora ocupe apenas 127ª colocação no ranking a cidade é considerada um próspero centro industrial e tem uma zona de comércio livre, considera a consultoria. A pesquisa levou em conta a oferta de bens de consumo e infraestrutura.
Viena, na Áustria, foi eleita a melhor cidade do mundo para se viver. A capital austríaca obteve excelentes avaliações, enquanto Bagdá (Iraque) foi vista como aquela que oferece as piores condições para expatriados e habitantes, sendo classificada como a pior cidade para se viver no mundo, ocupando a 230ª posição.
A pesquisa avaliou o desempenho de 440 cidades em dez diferentes categorias, como o ambiente econômico e sociocultural, a qualidade das escolas, a moradia e os serviços de transporte público, e classificou 230 delas.
 
Cidades brasileiras
Para a Mercer, a melhor cidade do Brasil para se viver é Brasília, ocupando a 107ª posição. São Paulo está em 120ª, enquanto o Rio de Janeiro caiu duas posições em relação ao ano anterior e está em 119ª.
 
 
Jornal Em tempo

quarta-feira, 4 de março de 2015

Solidariedade anuncia encomenda de estudos sobre impeachment

© Richard Carson/Divulgação
BRASÍLIA - O presidente do Solidariedade (SD), deputado Paulinho da Força (SP), afirmou que o partido irá encomendar com juristas estudos para basear um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff por ela ter autorizado a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). O negócio, revelado pelo Estado, provocou prejuízo de US$ 792 milhões para a Petrobrás e, segundo delatores do esquema de corrupção na Operação Lava Jato, foi aprovado mediante pagamento de propina a executivos da petroleira. 
"O Solidariedade esta consultando advogados sobre o impeachment da presidente Dilma. Falamos hoje com alguns e amanhã teremos outras conversas", afirmou Paulinho. "Ela era presidente do conselho de administração da Petrobrás quando Pasadena foi comprada", complementou. Um dos juristas que serão procurados pelo partido é Ives Gandra que já elaborou um parecer sobre um pedido de impeachment por improbidade administrativa. 
 
Lideranças do SD almoçaram nesta quarta-feira, 4, com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e deixaram o encontro defendendo a proposta de um pedido de cassação do mandato da petista. Cunha esta entre os políticos citados na lista da procuradoria da República enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) que devem ser investigados por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás. O PMDB no Congresso tem retaliado o governo após a divulgação de que Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), serão investigados. Conforme relatos, um dos presentes afirmou que "se for preciso cassar até o vice-presidente Michel Temer (PMDB) para que a presidente Dilma deixe o governo seria válido." Todos teriam rido da brincadeira. 
 
A presidente Dilma era ministra da Casa Civil no governo Luiz Inácio Lula da Silva quando presidiu o conselho de administração da Petrobrás. No ano passado, em nota ao Estado, Dilma afirmou que só votou a favor da compra da refinaria de Pasadena porque o então diretor da área internacional da Petrobrás Nestor Cerveró enviou aos conselheiros um resumo "técnico e falho" que omitia cláusulas contratuais que se mostraram prejudiciais à Petrobrás. Na nota, a presidente disse que se tivesse conhecimento dessas cláusulas não teria aprovado a compra da refinaria. Como presidente do conselho, contudo, Dilma poderia ter acesso a todos os detalhes da compra da empresa se tivesse solicitado. 
 
A declaração da presidente ao Estado provocou a abertura de duas CPIs no Congresso no ano passado para investigar a Petrobrás que terminaram sem qualquer conclusão. Cerveró esta preso acusado de operar um esquema de corrupção na diretoria da área internacional da petroleira. O ex-diretor de serviços da Petrobrás Paulo Roberto Costa, um dos delatores da Lava Jato, já admitiu ter recebido US$ 1,5 milhão de propina para não de opor à compra de uma refinaria considerada obsoleta. Em artigo, o jurista Ives Granda já afirmou: "Como a própria presidente da República declarou que, se tivesse melhores informações, não teria aprovado o negócio de quase US$ 2 bilhões da refinaria de Pasadena (nos Estados Unidos), à evidência, restou demonstrada ou omissão, ou imperícia ou imprudência ou negligência, ao avaliar o negócio."
 
O Tribunal de Contas da União (TCU) analisa se a presidente Dilma e os demais conselheiros à época serão punidos por terem dado o aval para a compra da refinaria, sem o qual o negócio não teria sido fechado.


EstadãoEstadão - Andreza Matais e João Villaverde

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