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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Teve o celular perdido ou roubado no Carnaval? Saiba o que fazer
Uma situação comum para quem participa de eventos com grande aglomeração de pessoas é perder o celular, seja por descuido, furto ou roubo. O UOL Tecnologia traz a seguir algumas dicas para quem, infelizmente, passou ou passará por essas situações.
Assim como você tem um R.G, seu aparelho celular tem um número único de identidade no mundo, chamado de IMEI (International Mobile Equipment Identity). É com esse número que é possível bloquear seu aparelho: o problema é que ele está, geralmente, atrás da bateria do celular (impossível de ver depois de ser roubado) ou nota fiscal (que você guardou em alguma gaveta e nem sabe mais onde está). É possível ainda saber o IMEI digitando *#06#, como se fosse fazer uma ligação (mas sem o aparelho em mãos, não adianta muito saber esse atalho).
Então, se você está lendo esse trecho do texto, pare tudo e corra atrás do seu IMEI. De nada adianta anotá-lo no próprio celular. Deixe-o anotado em um local de fácil acesso (dica: envie um email para si mesmo com o seu IMEI). Anotou direitinho?
Desde abril de 2010, para cadastro no Cemi não é mais preciso apresentar o Boletim de Ocorrência à sua operadora. No primeiro contato, a empresa faz um bloqueio temporário. Para torná-lo permanente, você deve comparecer a uma loja da operadora e assinar um termo de responsabilidade em até 48h do comunicado da perda, furto ou roubo ou, se preferir, encaminhar o B.O à empresa.
No Estado de São Paulo, ao realizar o registro do boletim de ocorrência de roubo ou furto do celular, você autoriza a polícia a requisitar o bloqueio do aparelho, que acontece em até 12 horas. Caso não esteja com o número do IMEI, é possível registrar o B.O e apresentar o código de identificação em até 15 dias.
Cada operadora tem um procedimento próprio para o bloqueio da linha, mas em geral ele pode ser feito por telefone pelo serviço de atendimento ao consumidor (não se esqueça de anotar sempre o protocolo de atendimento). No entanto, é preciso ficar atento ao prazo para reativação da linha bloqueada, que varia de 60 a 150 dias dependendo da operadora.
Veja abaixo cada caso específico:
Para tanto, entre em contato com a empresa por e-mail no support@whatsapp.com. Você deve mencionar no pedido o número de seu telefone dentro do padrão internacional. Após ter a conta desabilitada, é possível reativá-la por 30 dias --ao final desse período, ela será permanentemente deletada do sistema do WhatsApp.
Como o serviço está em inglês, o ideal é pedir algo como "My phone was stolen. Please, can you disable my account? My phone number is XXXX. Thanks" (meu telefone foi roubado. Por favor, vocês poderiam desativar minha conta? Meu número é XXXX).
Todos esses procedimentos não impedem que a pessoa em posse do telefone antigo tenha acesso aos dados armazenados nele - como fotos, contatos e vídeos trocados via WhatsApp.
Em um deles, assim como ocorre em uma cobertura para veículos, o valor de mercado do aparelho móvel e o tempo de depreciação (idade) são avaliados para calcular o preço da apólice. "Em média, é cobrado cerca de 15% do preço do aparelho", explica Miguel de Souza Valério, corretor da Porto Seguro. No caso específico da seguradora, não é cobrada franquia em caso de sinistro.
A cobertura, no entanto, só é válida para casos de roubo (ação praticada com violência contra uma pessoa ou sob grave ameaça) e furto qualificado (quando há destruição ou rompimento de obstáculo, como por exemplo arrombamento de uma casa, para subtração do bem). É preciso também apresentar o Boletim de Ocorrência à seguradora para que a empresa avalie o caso e conceda o valor de cobertura da apólice para a compra de um novo aparelho.
Outra modalidade de seguro, oferecido pelas operadoras no ato da compra do smartphone e fornecido por seguradoras terceirizadas. É cobrado um valor mensal. Quer saber mais sobre o assunto? Contrato de seguro para celular exige atenção; veja dicas.
Veja alguns aplicativos que ajudam a rastrear dispositivos móveis:
Leia mais em: http://zip.net/bvqN1ZBloqueio do aparelho
Desde 2000 existe um a lista única chamada Cemi (Cadastro de Estações Móveis Impedidas) que registra aparelhos que foram roubados, com o objetivo de evitar que sejam habilitados com novas linhas. Em janeiro de 2015, foram bloqueados 121.932 celulares no Brasil, segundo a associação ABR Telecom. No acumulado, o cadastro atinge a marca de 5.074.594 aparelhos impedidos, o que representa um crescimento de 2% em relação a dezembro de 2014. Ainda assim estima-se que o índice seja inferior ao número de roubos e furtos no país.Assim como você tem um R.G, seu aparelho celular tem um número único de identidade no mundo, chamado de IMEI (International Mobile Equipment Identity). É com esse número que é possível bloquear seu aparelho: o problema é que ele está, geralmente, atrás da bateria do celular (impossível de ver depois de ser roubado) ou nota fiscal (que você guardou em alguma gaveta e nem sabe mais onde está). É possível ainda saber o IMEI digitando *#06#, como se fosse fazer uma ligação (mas sem o aparelho em mãos, não adianta muito saber esse atalho).
Então, se você está lendo esse trecho do texto, pare tudo e corra atrás do seu IMEI. De nada adianta anotá-lo no próprio celular. Deixe-o anotado em um local de fácil acesso (dica: envie um email para si mesmo com o seu IMEI). Anotou direitinho?
Desde abril de 2010, para cadastro no Cemi não é mais preciso apresentar o Boletim de Ocorrência à sua operadora. No primeiro contato, a empresa faz um bloqueio temporário. Para torná-lo permanente, você deve comparecer a uma loja da operadora e assinar um termo de responsabilidade em até 48h do comunicado da perda, furto ou roubo ou, se preferir, encaminhar o B.O à empresa.
No Estado de São Paulo, ao realizar o registro do boletim de ocorrência de roubo ou furto do celular, você autoriza a polícia a requisitar o bloqueio do aparelho, que acontece em até 12 horas. Caso não esteja com o número do IMEI, é possível registrar o B.O e apresentar o código de identificação em até 15 dias.
Bloqueio da linha
Antes de bloquear o aparelho, a primeira atitude a ser tomada é bloquear a sua linha de celular --isso impede, no caso de donos de linhas pré-pagas, que o ladrão gaste todos os seus créditos. No caso de linhas pós-pagas, a conta mensal ainda será enviada para você, mas pelo menos quem ficou com seu celular não gastará a franquia do seu plano.Cada operadora tem um procedimento próprio para o bloqueio da linha, mas em geral ele pode ser feito por telefone pelo serviço de atendimento ao consumidor (não se esqueça de anotar sempre o protocolo de atendimento). No entanto, é preciso ficar atento ao prazo para reativação da linha bloqueada, que varia de 60 a 150 dias dependendo da operadora.
Veja abaixo cada caso específico:
- Claro
- Oi
- TIM
- Vivo
Bloqueio do WhatsApp
Para evitar que pessoas mal-intencionadas se passem por você no WhatsApp --como no cado de ladrões que roubaram um iPhone e alteraram a foto do usuário--, é preciso desativar a sua conta. O app funciona atrelado ao número do telefone e só pode ser usado em um único aparelho por vez. Ao bloquear a linha (o que pode ser feito entrando em contato com a operadora), o programa deixa de enviar ou receber mensagens utilizando o plano de dados. Também é importante desabilitar o app: mesmo com a linha bloqueada, é possível trocar mensagens via Wi-Fi, de acordo com o suporte do WhatsApp.Para tanto, entre em contato com a empresa por e-mail no support@whatsapp.com. Você deve mencionar no pedido o número de seu telefone dentro do padrão internacional. Após ter a conta desabilitada, é possível reativá-la por 30 dias --ao final desse período, ela será permanentemente deletada do sistema do WhatsApp.
Como o serviço está em inglês, o ideal é pedir algo como "My phone was stolen. Please, can you disable my account? My phone number is XXXX. Thanks" (meu telefone foi roubado. Por favor, vocês poderiam desativar minha conta? Meu número é XXXX).
Todos esses procedimentos não impedem que a pessoa em posse do telefone antigo tenha acesso aos dados armazenados nele - como fotos, contatos e vídeos trocados via WhatsApp.
Seguro
Uma alternativa pouco conhecida, válida principalmente para quem possui um smartphone caro e se expõe muito aos riscos (como andar na rua e passar frequentemente por locais onde há assaltos), é fazer um seguro.Em um deles, assim como ocorre em uma cobertura para veículos, o valor de mercado do aparelho móvel e o tempo de depreciação (idade) são avaliados para calcular o preço da apólice. "Em média, é cobrado cerca de 15% do preço do aparelho", explica Miguel de Souza Valério, corretor da Porto Seguro. No caso específico da seguradora, não é cobrada franquia em caso de sinistro.
A cobertura, no entanto, só é válida para casos de roubo (ação praticada com violência contra uma pessoa ou sob grave ameaça) e furto qualificado (quando há destruição ou rompimento de obstáculo, como por exemplo arrombamento de uma casa, para subtração do bem). É preciso também apresentar o Boletim de Ocorrência à seguradora para que a empresa avalie o caso e conceda o valor de cobertura da apólice para a compra de um novo aparelho.
Outra modalidade de seguro, oferecido pelas operadoras no ato da compra do smartphone e fornecido por seguradoras terceirizadas. É cobrado um valor mensal. Quer saber mais sobre o assunto? Contrato de seguro para celular exige atenção; veja dicas.
Rastreamento
Para quem usa smartphones, alguns aplicativos realizam o rastreamento dos aparelhos. Se você foi roubado, é totalmente desaconselhável sair sozinho em busca do celular --procure ajuda da polícia.Veja alguns aplicativos que ajudam a rastrear dispositivos móveis:
Ampliar
Buscar meu iPhone ou Find my iPhoneAntes pago, o aplicativo Buscar meu iPhone (ou Find my iPhone) localiza vários gadgets da Apple (o próprio iPhone, o iPad, o iPod touch e computadores com o sistema operacional Mac). Após instalá-lo, basta o usuário configurar sua Apple ID (login que usa para sincronizar arquivos no programa iTunes) e associar os dispositivos que quer monitorar. Com ele, é possível ver em um mapa o local onde o gadget está, reproduzir um alarme, bloquear o dispositivo ou até apagar todos os dados pessoais remotamente Divulgação
Do UOL, em São Paulo
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Manaus ainda não tem projeto para BRT, diz SMTU
O diretor-presidente do SMTU disse que o novo projeto está sendo elaborado, mas não há previsão de conclusão dos estudos
MANAUS - Após a Prefeitura anunciar que o Bus Rapid Transit ( BRT) deverá se tornar a principal modalidade de transporte público de Manaus nos próximos anos, a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) afirmou que ainda não tem um projeto definido para executar a proposta. O diretor-presidente do órgão disse que o novo projeto está sendo elaborado, mas não há previsão de conclusão dos estudos.
Após a Copa do Mundo, a Prefeitura e o governo do estado mantiveram a ideia de implantar o BRT. Entretanto, no último dia 9, durante abertura dos trabalhos parlamentares da Câmara Municipal de Manaus, o prefeito Artur Virgílio Neto confirmou que o Executivo municipal não dispõe de recursos para o BRT. Na semana passada, a senadora Vanessa Grazziotin rebateu as declarações do prefeito de Manaus de que a Prefeitura não teria recursos. De acordo com a parlamentar, os recursos não foram liberados pelo governo federal por falta de projeto por parte do município.
Radar 10 radar10@redeamazonica.com.br
Após a Copa do Mundo, a Prefeitura e o governo do estado mantiveram a ideia de implantar o BRT. Entretanto, no último dia 9, durante abertura dos trabalhos parlamentares da Câmara Municipal de Manaus, o prefeito Artur Virgílio Neto confirmou que o Executivo municipal não dispõe de recursos para o BRT. Na semana passada, a senadora Vanessa Grazziotin rebateu as declarações do prefeito de Manaus de que a Prefeitura não teria recursos. De acordo com a parlamentar, os recursos não foram liberados pelo governo federal por falta de projeto por parte do município.
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Prefeito de Itacoatiara determina instalação de novos semáforos na cidade.
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Fotografia de Eliakim Marques |
A Direção do Instituto Municipal de Transportes e Trânsito de Itacoatiara - IMTT, seguindo a orientação do Prefeito Mamoud Amed Filho, para continuar com ações que possam organizar e dinamizar o trânsito do Município, determina a instalação de novos semáforos na cidade. Os locais ainda serão definidos depois de estudos de fluxo de veículos que já estão sendo realizados.
A vinda desses semáforos é resultado de parceria entre a Prefeitura de Itacoatiara e a Prefeitura de Manaus.
ASCOM – Assessoria de Comunicação
Governo Federal desiste de usinas na Amazônia
O perfil das usinas cadastradas para o próximo leilão de energia, marcado para 30 de abril, reflete a crescente dependência da geração térmica para suprir a demanda nacional. E também escancara uma realidade que atormenta o governo e o planejamento do setor elétrico: a incapacidade de licitar grandes projetos hidrelétricos na Amazônia.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu inscrições de 91 projetos de novas usinas para o leilão conhecido como "A-5", modalidade usada para contratar empreendimentos que entrarão em operação daqui a cinco anos. Desse total, apenas sete são hidrelétricas - nenhuma delas na Amazônia.
Anualmente, a EPE prepara o chamado Plano Decenal de Energia, documento que lista os projetos de energia que deverão entrar em operação nos próximos dez anos. Até dois anos atrás, o planejamento previa pelo menos sete grandes hidrelétricas para a Amazônia, empreendimentos que ultrapassam 13 mil MW de potência e tinham previsão de serem viabilizados até 2020. No plano decenal deste ano, restou apenas uma dessas usinas na lista, a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós. Sem licença ambiental, São Luiz ficou de fora do leilão de abril.
"Colocamos no leilão os projetos que têm condições de realmente participar do leilão, apesar de só Itaocara ter licença neste momento", disse o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, à reportagem.
"Estamos entrando com outras fontes. Temos visto que as usinas térmicas são importantes para compensar as outras fontes variáveis, como eólica, solar e a própria hídrica. O importante é que o suprimento não será afetado. Vamos diversificar mais a matriz elétrica, mas o abastecimento está garantido", acrescentou.
O leilão "A-5" é o que tem o maior prazo para construção, usado justamente para viabilizar obras complexas e de grande porte. Não é o que se vê na lista dos projetos hidrelétricos que pediram habilitação à EPE.
Muito longe da Amazônia, é no Paraná que se concentram quatro candidatas ao leilão: as hidrelétricas de Apertados e Ercilândia, no Rio Piquiri; e de Telêmaco Borba e Tibagi Montante, no Rio Tibagi. As outras três usinas estão previstas para Minas Gerais (Davinópolis), Tocantins (Perdida 2) e Rio de Janeiro (Itaocara).
Para complicar ainda mais a situação, apenas o projeto fluminense de Itaocara tem, neste momento, licença prévia ambiental - documento obrigatório para qualquer hidrelétrica que queira participar de um leilão de energia. A menos de três meses para a realização da concorrência, são pequenas, portanto, as possibilidades de esses projetos estarem prontos a tempo de entrar no leilão.
A frustração da geração hidrelétrica fica ainda mais evidente quando verificada a potência total oferecida por esses empreendimentos. Se as sete usinas fossem contratadas em abril - hipótese difícil de ocorrer -, o leilão somaria apenas 649 megawatts (MW) de geração hidrelétrica.
Isso é praticamente a potência de uma única turbina de Belo Monte, a mega-hidrelétrica em construção no Rio Xingu, no Pará, no coração da Amazônia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadao Conteudo / Portal do Holanda 15/02/2015 às 8h37
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recebeu inscrições de 91 projetos de novas usinas para o leilão conhecido como "A-5", modalidade usada para contratar empreendimentos que entrarão em operação daqui a cinco anos. Desse total, apenas sete são hidrelétricas - nenhuma delas na Amazônia.
Anualmente, a EPE prepara o chamado Plano Decenal de Energia, documento que lista os projetos de energia que deverão entrar em operação nos próximos dez anos. Até dois anos atrás, o planejamento previa pelo menos sete grandes hidrelétricas para a Amazônia, empreendimentos que ultrapassam 13 mil MW de potência e tinham previsão de serem viabilizados até 2020. No plano decenal deste ano, restou apenas uma dessas usinas na lista, a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós. Sem licença ambiental, São Luiz ficou de fora do leilão de abril.
"Colocamos no leilão os projetos que têm condições de realmente participar do leilão, apesar de só Itaocara ter licença neste momento", disse o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, à reportagem.
"Estamos entrando com outras fontes. Temos visto que as usinas térmicas são importantes para compensar as outras fontes variáveis, como eólica, solar e a própria hídrica. O importante é que o suprimento não será afetado. Vamos diversificar mais a matriz elétrica, mas o abastecimento está garantido", acrescentou.
O leilão "A-5" é o que tem o maior prazo para construção, usado justamente para viabilizar obras complexas e de grande porte. Não é o que se vê na lista dos projetos hidrelétricos que pediram habilitação à EPE.
Muito longe da Amazônia, é no Paraná que se concentram quatro candidatas ao leilão: as hidrelétricas de Apertados e Ercilândia, no Rio Piquiri; e de Telêmaco Borba e Tibagi Montante, no Rio Tibagi. As outras três usinas estão previstas para Minas Gerais (Davinópolis), Tocantins (Perdida 2) e Rio de Janeiro (Itaocara).
Para complicar ainda mais a situação, apenas o projeto fluminense de Itaocara tem, neste momento, licença prévia ambiental - documento obrigatório para qualquer hidrelétrica que queira participar de um leilão de energia. A menos de três meses para a realização da concorrência, são pequenas, portanto, as possibilidades de esses projetos estarem prontos a tempo de entrar no leilão.
A frustração da geração hidrelétrica fica ainda mais evidente quando verificada a potência total oferecida por esses empreendimentos. Se as sete usinas fossem contratadas em abril - hipótese difícil de ocorrer -, o leilão somaria apenas 649 megawatts (MW) de geração hidrelétrica.
Isso é praticamente a potência de uma única turbina de Belo Monte, a mega-hidrelétrica em construção no Rio Xingu, no Pará, no coração da Amazônia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Estadao Conteudo / Portal do Holanda 15/02/2015 às 8h37
Via para ciclistas inaugurada no Boulevard custou R$ 440 mil e o resto ainda não foi licitado
Via para ciclistas terá 14,6 quilômetros da avenida Boulevard, Zona Sul, à Marina do Davi, Zona Oeste, e custará “pouco menos de R$ 18 milhões”. Até agora, foram inaugurados dois quilômetros e 320 metros à custo de R$ 400 mil
Segundo Prefeitura, trecho já entregue custou apenas R$ 440 mil (Euzivaldo Queiroz) |
Entre elogios e críticas, ficou difícil lembrar que a polêmica faixa vermelha destinada a ciclistas sobre o canteiro central da avenida Boulevard Álvaro Maia, na Zona Sul de Manaus, é parte de um maior e mais ambicioso plano de via para ciclistas com 14,6 quilômetros que, no papel, conectará o final da rua Duque de Caxias, no bairro Praça 14, à Marina do Davi, bairro Tarumã, na Zona Oeste.
Segundo a prefeitura, as obras fazem parte do lote 4 do Quadrilátero da Copa, licitado em 2013, onde estão inclusas as seguintes obras: recapeamento total das avenidas Brasil, Ipase, Compensa, São Jorge e Boulevard Álvaro Maia, com consertos e adequações de vários trechos de calçada, meio-fio e sarjeta. Até agora, dois quilômetros e 320 metros de via para ciclistas foi inaugurado, no domingo passado, dia 8.
Sobre o valor usado para a construção da via para ciclistas na Boulevard, uma placa foi instalada pela Prefeitura de Manaus no local onde consta que o orçamento total da obra, que foi de R$ 22 milhões. Apesar desta informação estar ali para visualização do público, o subsecretário de obras públicas de Manaus, Antônio Nelson, explica foi o lote 4 da Copa que foi orçado a quase R$ 23 milhões, não somente a via para ciclista.
"O lote 4 teve esse valor de contrato. Depois de um replanilhamento, o valor ficou em pouco menos de R$ 18 milhões. Desse valor, foram repassados cerca de R$ 10,4 milhões para a empresa contratada. Desse valor, R$ 440 mil foram destinados para a adaptação do trecho de ‘ciclovia’ já entregue”, ressaltou. Ou seja, o primeiro trecho inaugurado, dois quilômetros e 320 metros, custou R$ 440 mil.
Segundo Antônio, apesar de estar contemplada dentro de um pacote feito pensando para a Copa, alterações no projeto acarretaram a demora na entrega da via. “[Precisávamos alterar], pois a Copa do Mundo se aproximava e não teríamos tempo de concluir. Foi feito todo o recapeamento das avenidas do lote 4 e ficou faltando a ‘ciclovia’, da qual o primeiro trecho foi entregue”, disse o subsecretário de obras.
Sem licitação
A previsão é de que a via para ciclistas tenha um total de 14,6 quilômetros de extensão da Boulevard à Marina do Davi. Começando com o trecho já entregue, o trajeto deve seguir pelas avenidas Brasil e Coronel Teixeira até chegar à Marina do Davi, no entanto, estes outros trechos ainda não foram licitados. Segundo a Prefeitura, outro trecho da obra deve ser licitado ainda no primeiro semestre de 2015, sem dar um prazo exato.
Trechos diferentes
Já foi anunciado que o percurso será composto de trechos de ciclovia, de ciclofaixa, como a já entregue na Boulevard Álvaro Maia, e de área compartilhada. A forma de disposição desses trechos, no entanto, ainda não foi decidida. Na obra da via para ciclistas já inaugurada foi realizado alteração do nível do canteiro central e sinalização do chão com pintura.
A diferença entre eles está na proximidade que o ciclista tem com os demais veículos. Enquanto a ciclovia compreende um espaço fisicamente segregado para circulação exclusiva de bicicletas, a ciclofaixa é demarcada somente através da pintura do pavimento, sem qualquer divisória. O espaço compartilhado, como o próprio nome indica, é onde carros e bicicletas dividem espaço – o que já é regra em quase toda a Manaus.
Obstáculos
A primeira parte da via para ciclistas na avenida Boulevard, apesar de oficialmente inaugurada, apresenta trechos aparentemente inacabados como pedaços quebrados de concreto bem no meio do trajeto, desníveis discrepantes em diversos trechos e até um poste pequeno com placa bem no meio da via.
Futuro
A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) informou já estuda a possibilidade de instalar uma ciclovia conectando a avenida das Torres e a Bola do Mindú, na Zona Centro-Sul, e ciclofaixas nas avenidas Jornalista Humberto Calderaro Filho e Perimetral (ambas também na Zona Centro-Sul). A ideia, segundo o órgão, é que todos esses espaço destinados aos ciclistas sejam interligados.
Ciclo o quê?
Tanto a população quanto a Prefeitura estão perdidos sobre como chamar o espaço pintado de vermelho no canteiro central da avenida Boulevard. A confusão acontece por não se tratar de uma obra que respeite uma definição, ou seja, o que a Prefeitura fez não tem nome definido porque tanto a ciclofaixa quanto a ciclovia não são feitas em lugares destinados a pedestres.
Ciclovia
Uma ciclovia é um espaço na rua ou avenida, separado fisicamente (por meio de grade, muretas, blocos de concreto e etc) para o tráfego exclusivo de veículos leves (sem motor).
Ciclofaixa
Já a ciclofaixa é feita apenas com uma faixa pintada no chão da rua ou avenida, é mais indicada para lugares com o trânsito calmo.
Jornal acrítica
Manaus (AM), 15 de Fevereiro de 2015 - LUCAS JARDIM
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