domingo, 22 de fevereiro de 2015

Outra obra super-faturada em Itacoatiara no governo do PT

IFAM tem obras superfaturadas em R$ 700 mil no interior
Auditoria do TCU identificou o envolvimento de duas construtoras
Dos 15 campi do Ifam no Amazonas, o TCU identificou irregularidades em obras das unidades de Humaitá, Tefé, Itacoatiara e Eirunepé Foto: Divulgação


O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou superfaturamento e sobrepreço de R$ 741.345,87 nas obras de construção de unidades do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) nos municípios de Humaitá, Tefé, Itacoatiara e Eirunepé.

A auditoria, publicada no site do órgão em dezembro do ano passado, apontou enriquecimento ilícito das empresas Yana’s Construções Ltda. e Selt Indústria e Comércio Ltda., ambas responsáveis pelas obras dos campi de Itacoatiara e Eirunepé, respectivamente.

Os principais ‘achados’ de auditoria, segundo o relatório, foram superfaturamento decorrente de quantitativo inadequado de material; superfaturamento derivado de itens pagos em duplicidade e sobrepreço, ou seja, valor cobrado acima da tabela ou do normal resultante de quantitativo inadequado.

O balanço apontou, ainda, a fragilidade no processo de fiscalização por parte do Ifam e, segundo o órgão, os itens foram verificados nas obras de todos os municípios auditados.

De acordo com o TCU, as distorções encontradas ocasionaram um sobrepreço na ordem de R$ 392.925,95 e um superfaturamento de R$ 348.428,92 nas unidades educacionais. O órgão registrou, no relatório, as justificativas e providências tomadas pelas empresas contratadas pelo Ifam.

No caso de Eirunepé, distante 1.160 quilômetros de Manaus, a Selt Indústria e Comércio Ltda., contratada para execução da obra orçada, segundo o TCU em R$ 7.056.437,45, negou as acusações de superfaturamento e sobrepreço decorrente de quantitativos irregulares.

Segundo a empresa, toda a construção foi realizada com base no regime de execução por preço global, onde o valor de referência da obra de construção do campus Eirunepé era de R$ 8.092.877,86 e através da concorrência 7/2013, a quantia foi reduzida para R$ 7.056.437,45.

A empresa também foi acusada de enriquecimento ilícito decorrente da sonegação de impostos sobre a prestação de serviços.

A Selt justificou, ainda, que “construir no interior do Amazonas é um desafio enorme, devido às questões logísticas, com o transporte aéreo sendo oferecido apenas por uma empresa, Azul Linhas Aéreas, e o transporte de materiais por balsa que, em média, leva 25 dias”.

O Ifam responsabilizou a construtora Montebelense – ME, contratada para a elaboração do projeto básico da obra e informou que tomou providências para resolver as irregularidades apontadas, mas, segundo o TCU, o instituto não apresentou nenhuma documentação que comprovasse tais medidas.


Justificativa negada
A equipe de auditoria do TCU não aceitou a justificativa da Selt, conforme o órgão, as dificuldades de logística para transporte de pessoal e material não justificam as irregularidades encontradas.

O órgão afirmou que “persiste a violação aos princípios constitucionais da economicidade e da eficiência”, independentemente das justificativas apresentadas.

No balanço da auditoria, o TCU, pede a comprovação da devolução dos valores pagos ilegalmente, que não foram apresentados pelo Ifam durante a vistoria.

A empresa não se manifestou sobre o superfaturamento proveniente das despesas irregulares com alimentação e gastos com transportes de funcionários.

As irregularidades das obras do campus de Itacoatiara, distante 176 quilômetros de Manaus, envolvem a mesma empresa que desenvolveu o projeto de Eirunepé.

O Ifam informou, conforme a publicação, que a elaboração da planilha orçamentária e demais projetos básicos e complementares da obra é de responsabilidade da empresa Construtora Montebelense - ME.

No documento, o Instituto transferiu a responsabilidade para construtora pelos quantitativos excedentes apontados pelo TCU.

Em Itacoatiara, a obra do projeto ‘Expansão fase III’ está orçada em R$ 6.323.018,91 e possui superfaturamento decorrente da irregularidade nas despesas com alimentação e despesas com transporte de funcionários não incluídos nas planilhas do projeto base.

Segundo o relatório do TCU, no edital consta que apenas os funcionários presentes na obra diariamente possui o direito ao recebimento de transporte e alimentação. O tribunal informou que esse tipo de despesas sem a devida contraprestação do serviço constitui-se em enriquecimento ilícito.

As alegações apresentadas pelo Ifam, conforme o relatório, são de que a comissão de fiscalização da instituição já havia identificado a irregularidade e corrigido.

Ainda conforme o Ifam, medidas foram adotadas administrativamente junto à empresa Yana’s Construção Ltda., responsável pela execução das obras do campus de Itacoatiara, para que a devolução de valores recolhidos para alimentação de funcionários que não faziam parte do cronograma da obra.

No entanto, segundo o relatório, o Ifam durante a coleta de informações realizada pelo órgão fiscalizador não apresentou nenhuma documentação que comprovasse a restituição ao erário público.


Reitoria
De acordo com o reitor do Ifam, Antônio Venâncio, a instituição tem tomado providências legais para garantir a devolução dos valores superfaturados. O reitor afirma que as irregularidades passaram “despercebidas pela fiscalização do Ifam”.

“Nós entregamos a documentação pedida dentro do prazo de 30 dias e estamos trabalhando para não causar prejuízo ao erário público. Contratamos uma empresa terceirizada para fazer o projeto e os erros passaram desapercebidos pela fiscalização do Ifam. Mesmo com as análises do projeto, os erros foram detectados depois”, disse o reitor.

Segundo Venâncio, logo após a entrega do acórdão que pedia a comprovação, através de documentos, das medidas tomadas pela instituição, o Ifam realizou a revisão dos documentos e encaminhou as informações ao tribunal.

Os valores superfaturados, conforme Venâncio, já foram devolvidos por duas empresas que assinaram o Termo de Dedução de Valores direto no valor empenhado. O nome e os valores restituídos pelas construtoras não foram divulgados pelo reitor que informou que essa devolução só foi possível porque no caso das duas empreiteiras as obras estavam na fase inicial.

A dedução das outras duas empresas envolvidas no certame está, segundo o Ifam, passando por processo administrativo e jurídico. Isto porque, conforme a instituição, as empresas, responsáveis pelas obras de Tefé e Humaitá, tiveram seus contratos rompidos, segundo ele, por causa do atraso no cronograma da obra das unidades educacionais.

Após a entrega do acórdão sobre a fiscalização o Ifam recebeu o prazo de 30 dias, contados da notificação, para comprovar ao TCU o resultado das providências adotadas.

As empresas Work Engenharia Ltda., Selt Indústria e Comércio Ltda., Yana’s Construtora e Comércio de Materiais de Construção Ltda., GB Indústria e Construção Ltda. e GAD Engenharia e Construção Civil Ltda também foram informadas sobre o relatório. O Diário tentou contactar as empresas envolvidas, mas não obteve sucesso até o fechamento desta matéria.

Jornal Diário do Amazonas
domingo 22 de fevereiro de 2015 - 12:30 PM
Gisele Rodrigues / portal@d24am.com

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

IMTT de Itacoatiara/AM divulga Edital de Concurso Público para preenchimento de 34 vagas.

Imtt concurso

CONCURSO PÚBLICO


O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) de Itacoatiara publicou edital de concurso público com a finalidade de preencher 34 vagas em cargos de ensino fundamental e médio, sob o regime jurídico único dos servidores públicos do município de ItacoatiaraAM.
Do total de vagas, 5% serão reservadas aos candidatos portadores de deficiência. As remunerações oferecidas aos cargos variam de R$ 800,00 a R$ 880,00, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.
As vagas são para cargos de Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista “AB”,
Pintor, Vigia, Agente de Trânsito, Eletricista e Assistente Administrativo.
Somente será admitida inscrição via internet, no endereço eletrônico www.concursoscopec.com.br no período entre 16 e 30 de março de
2015. A taxa de inscrição será de R$ 30,00 para os cargos de nível fundamental e de R$ 50,00 para os de nível médio.
O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) disponibilizará um
posto de inscrição localizado na sua sede, na Rua Benjamin Constant, s/n, São Jorge (Centro Integrado de Segurança/2º Batalhão de Polícia Militar), no período de 16 a 30 de março de 2015 (exceto sábado, domingo e feriados) das 8h às 12h.
O concurso será composto de provas objetivas para todos os cargos, de caráter eliminatório e classificatório e prova de capacidade física, de caráter eliminatório, somente para o cargo de Agente de Trânsito.
As provas objetivas serão aplicadas provavelmente no dia 10 de maio de
2015. O local e horário da realização das mesmas estarão designados no cartão de confirmação.
O concurso terá validade pelo prazo de dois anos, a contar da data de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período.
O edital completo encontra-se disponível no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas do dia 16 de fevereiro de 2015.



ASCOM/PMI – Assessoria de Comunicação

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Governador José Melo parabeniza ações efetuadas pela Polícia Civil do Amazonas na operação carnaval.

"Hoje recebemos um telefonema do Excelentíssimo Governador José Melo, parabenizando as últimas ações da nova gestão, notadamente as ações realizadas durante a Operação Carnaval. Ficamos muito honrados em receber tal reconhecimento, prova de que nosso esforço e dedicação estão no caminho certo. #somosPCAM"

O Governador José Melo, ligou parabenizou as últimas ações da nova gestão, notadamente as ações realizadas durante a Operação Carnaval. Ficamos muito honrados em receber tal reconhecimento, prova de que nosso esforço e dedicação estão no caminho certo. ‪#‎somosPCAM‬

Policiais civis de Urucurituba deflagram Operação Folia para combater o tráfico de drogas

Policiais civis de Urucurituba deflagram Operação Folia para combater o tráfico de drogas
 
               
Foto: Divulgação / PCAM
Eliandro Mendonça da Silva, 24, conhecido como "galo cego", Josenildo Rodrigues Barata, 24, o "gato a jato" e Antônio Salustiano do Nascimento, conhecido como "sombra" de 21 anos, foram presos durante a operação
A Polícia Civil do Amazonas, por meio da 41ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), sob o comando do delegado titular João Manuel, com o apoio da Polícia Militar (PM), situada no município de Urucurituba, distante 208 quilômetros em linha reta da Manaus, deflagrou na noite dessa segunda-feira, 16, a operação “Folia”, com o objetivo de coibir o tráfico de drogas, principalmente no período do carnaval, no total três homens foram presos pela prática.

Eliandro Mendonça da Silva, 24, conhecido como "galo cego", Josenildo Rodrigues Barata, 24, o "gato a jato" e Antônio Salustiano do Nascimento, conhecido como "sombra" de 21 anos, foram presos, por volta de 22h40, na rua Antônio Menezes, bairro Aparecida, do município.

Segundo o delegado João Manuel, os homens já estavam sendo investigados, por se tratar de um grande ponto de venda de drogas. “A residência que pertencia a Eleandro fica entre duas ruas favorecendo os olheiros que ficavam em uma esquina do quarteirão, de onde eles tinham uma visão privilegiada para avisar a chegada da polícia, no dia da operação eles tentaram correr, mas foram capturados pela equipe”, informou.

Material aprendito durante a "operação Folia" (Foto:  Divulgação / PCAM)

Dentro da residência foram encontrados, 96 trouxinhas de oxi, 23 trouxinhas de maconha, o valor de R$ 1.099 (Mil e noventa e nove), uma nota de um dólar, cordões e relógios, oito aparelhos celulares e sementes de maconha que são utilizadas para plantação e para uso.

Ainda segundo a autoridade policial, dentro da residência foram encontradas duas motocicletas de marca Honda placas NOZ5163 e NOR6518, que estavam sem a documentação, a polícia está investigando a procedência das motos.

Os três foram conduzidos a unidade policial do município, onde foram autuados em flagrante pela prática de tráfico de drogas, como prevê no artigo 33, da Lei nº 11.343/06. O trio deverá permanecerá na delegacia do município, ficando à disposição da Justiça.

Blog do Zacarias

Esquema da Petrobras alcançou Itacoatiara no Governo do PT

Porto de combustíveis de Itacoatiara que foi muito explorado como trunfo do governo do PT, fazia parte do esquema de corrupção da Petrobras.



Costa recebeu R$ 550 mil por mês depois de sair da Petrobras, e recebeu R$ 3,09 milhões da empresa instalada em Itacoatiara-AM.

SÃO PAULO - Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa recebeu propina relacionada a contratos da estatal até fevereiro de 2014 — um mês antes de ser preso pela Polícia Federal e dois anos depois de deixar a empresa. Em um dos depoimentos que integra sua delação premiada, Costa revelou que os valores indevidos eram pagos em prestações mensais de R$ 550 mil e que somaram um total de R$ 8, 827 milhões.

No mesmo relato, o ex-diretor contou que abriu a empresa Costa Global com a intenção inicial de prestar serviços de consultoria, mas que decidiu usá-la para esquentar valores de vantagens indevidas que ainda tinha de receber depois de deixar a Petrobras, em 2012. De acordo com Costa, a filha dele, Arianna Azevedo Costa Bachmann, era quem elaborava os contratos fictícios e também quem emitia as notas frias.

SALDO DE EMPREITEIRAS A PAGAR
Foram assinados com a Costa Global contratos com quatro empreiteiras acusadas de participar do cartel — Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Iesa Óleo e Gás e Engevix. Costa admitiu que todos eles eram irregulares, e contou que o doleiro Alberto Youssef fez um balanço das propinas que ainda lhe eram devidas quando ele deixou o cargo. Para o acerto, ressaltou Costa, foi firmado um contrato de R$ 800 mil, em março de 2013, com a construtora Queiroz Galvão. A empresa pagou-lhe em oito parcelas de R$ 100 mil. Com a Iesa, o valor alcançou R$ 1,2 milhão, e o pagamento ocorreu em 12 parcelas de R$ 100 mil. A Engevix fechou contrato para lhe pagar R$ 665 mil, em 19 parcelas de R$ 35 mil. A Camargo Corrêa, que lhe devia R$ 3 milhões em propinas, combinou que faria o pagamento em 30 parcelas de R$ 100 mil, mas teria quitado o valor em dezembro de 2013, disse Costa. Outro saldo de propina não paga, no valor de R$ 72 mil, teria sido dividida em 12 parcelas de R$ 6 mil.


Roberto Costa recebeu R$ 3,09 milhões da empresa instalada em Itacoatiara-AM

Costa afirmou que também foram fechados contratos para receber propina de uma distribuidora de produtos de petróleo que atua no Amazonas. Ele contou que foi procurado pelo dono da empresa, que se propôs a construir um terminal de derivados em Itaquatiara. Até então, a Petrobras deixava os produtos num navio, que ficava parado no local.

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O ex-diretor disse que sua participação foi essencial para que o negócio com essa empresa desse certo. Após a construção do terminal, contou Costa, a distribuidora foi contratada sem licitação pela Petrobras. Em função do acerto, Costa recebeu R$ 3,09 milhões da empresa, valor que também foi pago em parcelas por meio de contratos fictícios de serviços de consultoria. O maior contrato foi de R$ 2,025 milhões, pagos em 15 prestações de R$ 135 mil. Um segundo somava R$ 975 mil e era dividido em 15 parcelas de R$ 65 mil. O contrato de menor valor, de R$ 90 mil, foi pago em seis parcelas de R$ 15 mil.

Parte do ganho com propinas, segundo Costa, foi usada para comprar uma casa no condomínio Portobello, em Mangaratiba, na Costa Verde, por R$ 3,3 milhões, e uma lancha, por R$ 1,1 milhão. Os bens adquiridos foram colocados em nome da empresa Sunset Global Investimentos e Participações, mas a intenção era repassar estes e outros bens que viessem a ser adquiridos para offshores no exterior. Com a ajuda do advogado Matheus Oliveira dos Santos, que trabalhava para Youssef, a família Costa abriu três offshores: Sunset International, Sunset Global Foundation e Sunset Global Services. Costa usaria as offshores para receber comissões no exterior e negociava interesses da Samsung na África.

Em outro depoimento de delação premiada, o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco Filho disse que o ex-diretor Renato Duque também continuou a receber propina depois de deixar o cargo.

ADOLESCENTE MORRE AFOGADO EM BALNEÁRIO NA AM-010 - EM ITACOATIARA

"ADOLESCENTE MORRE AFOGADO EM BALNEÁRIO NA AM-010

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Samuel Rabelo da Silva, 18 anos, residente na Rua Beija-flor, bairro do São Francisco, morreu nesta quarta-feira, 18, vítima de afogamento, no balneário do "João do Joca", localizado na AM-010. Segundo informação, a vítima foi encontrada a uma profundidade de cinco metros, por uma equipe de busca e salvamento do Corpo de Bombeiros. Participaram da operação o 1º sargento BM, Charley, o 3º sangento BM, Guilherme e os soldados Anselco e J. Guerra."






















Samuel Rabelo da Silva, 18 anos, residente na Rua Beija-flor, bairro do São Francisco, morreu nesta quarta-feira, 18, vítima de afogamento, no balneário do "João do Joca", localizado na AM-010. Segundo informação, a vítima foi encontrada a uma profundidade de cinco metros, por uma equipe de busca e salvamento do Corpo de Bombeiros. Participaram da operação o 1º sargento BM, Charley, o
3º sargento BM, Guilherme e os soldados Anselco e J. Guerra.

fonte: Guia de Itacoatiara

Senador Blairo Maggi e Vadislau Valenga, são condecorados com o título de cidadão itacoatiarense.

O Senador Blairo Maggi, PR e o gerente da Hermasa, Vadislau Valenga com os diplomas de Títulos de Cidadãos Itacoatiarenses. Foto Ney Xavier.
O Senador Blairo Maggi, PR e o gerente da Hermasa, Vadislau Valenga com os Títulos de Cidadãos Itacoatiarenses. Foto Ney Xavier.

Em cerimônia carregada de emoção, a Câmara Municipal de Itacoatiara concedeu ao Senador Blairo Maggi, PR, e ao gerente geral da Hermasa, Vadislau Valenga, conhecido em Itacoatiara com o Lau da Hermasa, o Título Honorífico de Cidadãos Itacoatiarenses.
A Sessão Especial iniciou com a Casa cheia, e um dos destaques foi o time do Penarol Futebol Clube que compareceu em peso antes do treino para o jogo de domingo, no estádio Floro de Mendonça, em Itacoatiara pelo campeonato amazonense, para prestigiar aos homenageados, que são patrocinadores do time.
Na programação solene, o Vereador Presidente da Casa, Dario Nunes, PSDB, discursou enfatizando que os homenageados, ao receberem o título de cidadãos, estariam fazendo um juramento de amor eterno a Itacoatiara. Nunes também disse que em algum momento, o senador Blairo Maggi, teria sonhado com o Município e que ao fazer isso, acabaria – em implantando a Hermasa nas terras de Itacoatiara – realizando o sonho de tantas famílias, ao garantir empregos e renda.
Ao discursar, Blairo Maggi concordou com a palavra do Presidente da Casa, afirmando que realmente havia sonhado em realizar sonhos. Na mesma fala, o Senador referiu-se ao discurso da ex-vereadora Elenise Holanda – autora da propositura – que a Hermasa era a realização dos sonhos. Um fato curioso contado pelo homenageado é a razão do nome “hermasa”, disse o Senador que o nome é a fusão dos nomes de Hernandes, um amigo da família Maggi, que foi um dos pioneiros nos estudos para a implantação da empresa familiar “Sementes Maggi”, em solo itacoatiarenses, e Maggi, além da sigla “SA” – Sociedade Anônima. Desta forma surgiu o nome HER-MA-AS.
Vadislau Vallenga, o gerente da empresa, que também foi homenageado, discursou de forma breve e objetiva, agradecendo a todos pelo título recebido.
Cheila Moreira, PT, discursou em nome do Poder Legislativo, enaltecendo os valores do povo de Itacoatiara, que presta a justa homenagem aos novos irmãos itacoatiarenses. Moreira salientou as virtudes de Lau da Hermasa, dizendo que Lau e sua família plantaram a carne nas terras de Itacoatiara.
Ao final da cerimônia foram entregues as placas comemorativas e os diplomas de título de Cidadãos Itacoatiarenses ao senador Blairo Borges Maggi e Vadislau Valenga.
 
Dircom, com informações de Veluma Vitória, Paulo Chaves e Gerson Carriel.

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