quinta-feira, 31 de agosto de 2017

ITACOATIARA A NOSSA MAIOR BANDEIRA






ITACOATIARA é maior que tudo isso! Maior que os interesses pessoais e políticos! Essa deve ser a NOSSA MAIOR BANDEIRA!


Frank Chaves

terça-feira, 29 de agosto de 2017

BATALHA NAVAL DE ITACOATIARA - Revolução Constitucionalista de 1932


BATALHA NAVAL DE ITACOATIARA, A ÚNICA EM ÁGUAS INTERNAS DO BRASIL

Em 24 de agosto de 1932, na frente da cidade de  Itacoatiara-AM, aconteceu a célebre Batalha Naval de Itacoatiara envolvendo os navios Ingá e Baependí dos legalistas que defendiam o Presidente Getúlio Vargas. E o Jaguaribe e o Andirá tripulado pelos revoltoso de Óbidos do Pará, que  lutavam pelo Movimento Constitucionalista de São Paulo.

Os legalistas do 27º Batalhão de Caçadores, saíram da capital do Amazonas , Manaus, nos navios da marinha mercante Baependí e Ingá, para defender Itacoatiara.

Os navios Jaguaribe e Andirá estavam sob o comando dos rebeldes, que quer iam a saída do presidente. Eles vinham de Óbidos - PA, com a finalidade de tomar o Amazonas. Já haviam rendido a cidade de Parintins e o próximo alvo seria Itacoatiara e depois Manaus.

Os rebeldes chegaram no porto atirando contra a cidade. Foram construídas  trincheiras às margens do Rio Amazonas para se promover a defesa do município. O então prefeito Major Gonzaga Pinheiro e o Padre Pereira, foram à bordo do navio dos revoltosos e taticamente negociar a rendição da cidade. Na realidade estavam ganhando tempo no aguardo da chegada dos navios Ingá e Baependí para tirarem os moradores da Velha Serpa do sufoco.

Os navios aliados investiram bravamente sobre os revoltosos, pondo ao fundo os navios Jaguaribe e o Andirá. Mais de 40 pessoas foram mortas e os revoltosos, foram presos e enviados para julgamento em Belém. Muitos moradores se afugentaram para o Lago de Serpa e outros se embrenharam na selva esperando o desenrolar da situação.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Fenômeno do MMA de Itacoatiara ganha cinturão do Mexican Fight Championship MFC





Natural de Itacoatiara, cidade com distância de 269 quilômetros da cidade de Manaus, o amazonense de 23 anos, Marcondes Bastos, deu um show de lutas na última quarta-feira, dia 16 de agosto, em um evento que aconteceu na Unidade Desportiva Poliforum, em Playa Del Carmen, Colonia El Ejido, no Estado de Quintana Roo no México.

O evento que teve sua primeira edição teve quase todos os duelos entre brasileiros e mexicanos. Durante as disputas de cinturões oficializadas, na divisão dos pesos-galo, o ‘brazuca’ como é conhecido Marcondes (ASTT), encarou de frente, na luta que foi o main event, Sergio Rosado Perez (Primmates) e levou o cinturão.


“Eu me sinto muito honrado em poder representar minhas origens. Eu fui o primeiro estrangeiro a conquistar o cinturão do evento que pela primeira teve lutas internacionais. Isso me deixou muito feliz! Eu vim de longe, corri o risco de levar uma derrota, pelo fato de meu adversário está acima do peso. Foi uma luta de três rounds, mas não desistir porque eu queria muito esse cinturão. Deus é justo e eu consegui levar a vitória”, ressaltou o atleta.
O jovem se destaca pela agilidade com que derruba e imobiliza os adversários, alguns deles com o dobro do peso e tamanho, demonstrando, uma certa “facilidade” na hora do combate.

No próximo mês, o atleta já tem várias propostas para lutar em grandes eventos e aguarda o próximo passo.

Marcondes dá entrevista a CBN em faz agradecimento ao prefeito de Itacoatiara Antonio Peixoto pelo apoio.


Clique na imagem e ouça a entrevista da CBN - Manaus



CBN/Manaus - Por Fabi Campos, em 22 de agosto / Editado por Frank Chaves em 23/08/2017.
http://nopodio.com.br/fenomeno-do-mma-de-itacoatiara-ganha-cinturao-do-mexican-fight-championship-mfc/?stmenuid=1074&stcategory=39

Programação da Batalha Naval para o dia 23 de agosto (quarta-feira)


Programação Geral

·        Dia 23 de agosto de 2017
Local: Quadra da Escola Estadual Dep. Vital de Mendonça

16h15min – Abertura do Evento
    16h20min – Mesa Redonda Tema: Batalha Naval de Itacoatiara com os     escritores Francisco Gomes da Silva e Silva Aranha - Mediador: Historiador Frank Chaves.

16h50min – Peça de Teatro Batalha Naval de Itacoatiara, pelo grupo ITACOATEATRO.

·        Dia 24 de agosto de 2017
Local: Avenida Parque e solenidade na Orla da Cidade

07h00min – concentração em frente ao Banco do Brasil – Avenida Parque.

07h30min – Desfile dos pelotões militares, escolares e fanfarras.
Local: Com início na Avenida Parque, em frente ao Banco do Brasil, deslocando-se em direção a Rua Waldemar Pedrosa, (orla da cidade), próximo ao monumento em homenagem a  Batalha Naval.

08h00min – Saudação das autoridades presentes,

08h20min Explanação sobre a história da “Batalha Naval de Itacoatiara”, próximo ao monumento, na Orla, pelo Historiador e escritor Francisco Gomes da Silva.

09h45min – Apresentação das fanfarras da Escola Estadual José Carlos Mestrinho e da Secretaria Municipal de Educação – SEMED.   


10h00min – Encerramento. 

P A R T I C I P E  !

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Estrada Manaus-Itacoatiara -1965

Estrada Am- 010 - Foto: Catharina Vergolino Dias


Aspecto da estrada capturado próximo ao Rio Preto da Eva. A construção da Estrada teve início na gestão estadual Plínio Ramos Coelho (1955-1959), prosseguiu na gestão estadual Gilberto Mestrinho (1959-1963) e na curta segunda gestão estadual Plínio Ramos Coelho (1963-1964), sendo inaugurada na gestão estadual Arthur Reis (1964-1967) com pavimento de terra batida. Foi asfaltada na gestão estadual Henoch da Silva Reis (1975-1979). Destaques: Originalmente a Estrada Manaus-Itacoatiara era designada pela sigla AM-1, depois modificada para AM-10. Seu nome de batismo, Rodovia "Torquato Tapajós", foi colocado por ocasião da inauguração e presta uma homenagem a Torquato Xavier Monteiro Tapajós - engenheiro amazonense responsável pela concepção da Estrada na última década do século XIX.


Fonte: Manaus Sorriso

domingo, 20 de agosto de 2017

128º Aniversário de Cora Coralina - Homenagem da Academia Itacoatiarense de Letras









Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, adotou o pseudônimo de Cora Coralina, era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de dona Jacyntha Luiza do Couto Brandão. Ela nasceu e foi criada às margens do Rio Assunção. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa (Goiás).


Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos, publicando-os posteriormente nos jornais da cidade de Goiânia, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista e nos periódicos de outros rincões, assim como a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917. Apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina (Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920)). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX" (Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66), "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goianas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906. No jornal Tribuna Espírita - Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1905.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Em 1911, foi para o estado de São Paulo com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, que exercia o cargo de Chefe de Polícia, equivalente ao de secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912, onde viveu durante 45 anos, inicialmente no município de Jaboticabal onde nasceram seus seis filhos: Paraguaçu, Eneas, Cantídio, Jacyntha, Ísis e Vicência. Ísis e Eneas morreram logo depois de nascer. Em 1924, mudou para São Paulo. Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Seu filho Cantídio participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, cidade que atualmente, mantém uma casa da cultura com seu nome, em homenagem. Em 1956, retorna a Goiás.

Ao completar 50 anos, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD.

Cora Coralina faleceu em Goiânia, de pneumonia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.
Primeiros passos literários

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.
Divulgação nacional

Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.
Bibliografia da autora

Brasão da AIL - Sylvia Aranha de Oliveira Ribeiro
Em 2009, na época da fundação da Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, os membros fundadores homenagearam a poetisa e escritora CORA CORALINA, tornando-a patrona da cadeira de nº 13, que está sendo ocupada pela acadêmica escritora natural de São Paulo e cidadã itacoatiarense, SYLVIA ARANHA DE OLIVEIRA RIBEIRO.


Em ordem cronológica, as obras de Cora Coralina:
  • Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (poesia), 1965 (Editora José Olympio).
  • Meu Livro de Cordel, (poesia), 1976
  • Vintém de Cobre - Meias confissões de Aninha (poesia), 1983
  • Estórias da Casa Velha da Ponte (contos), 1985
  • Meninos Verdes (infantil), 1986 (póstumo)
  • Tesouro da Casa Velha (poesia), 1996 (póstumo)
  • A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil), 1999 (póstumo)
  • Vila Boa de Goias (poesia), 2001 (póstumo)
  • O Prato Azul-Pombinho (infantil), 2002 (póstumo)

Referências

BRITTO, Clovis Carvalho (2007). «Um teto todo seu: o itinerário poético-intelectual de Cora Coralina» (PDF). Anais do XII Seminário Nacional Mulher e Literatura e do III Seminário Internacional Mulher e Literatura – Gênero, Identidade e Hibridismo Cultural. Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus/Bahia. Consultado em 21 de agosto de 2016
VARELLA, Ana Maria Ramos Sanchez (2009). «A reescrita, na morte, da experiência de vida». Revista Kairós. Programa de Estudos Pós-Graduados em Gerontologia e Núcleo de Estudos e Pesquisas do Envelhecimento da PUC-SP. Consultado em 21 de agosto de 2016
Enciclopédia Itaú Cultural (s/d). «Verbete "Cora Coralina"». Itaú Cultural. Consultado em 14 de outubro de 2014


Bibliografia

TAHAN, Vicência Bretas. Cora Coragem, Cora Poesia. Global Editora, 1989.
CORALINA, Cora. Villa Boa de Goyaz. Global Editora, 2001.
DENÓFRIO, Darcy França. Cora Coralina - Coleção Melhores Poemas - Global Editora, 2004. Darcy Franca Denofrio
DENÓFRIO, Darcy França; CAMARGO, Goiandira Ortiz de. Cora Coralina: Celebração da Volta. Cânone Editorial, 2006. Darcy Franca Denofrio.
BRITTO, Clóvis Carvalho; SEDA, Rita Elisa. Cora Coralina - Raízes de Aninha. Editora Ideias & Letras, 2011, 2a. edição.







fonte: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina
https://www.youtube.com/watch?v=bxkI3YvVkos
https://www.youtube.com/watch?v=yS6NoNkHIdI

Consulta de opinão

ALBUM DE ITACOATIARA