segunda-feira, 15 de abril de 2013

Diferentes e desiguais

Escritor  e empresário
Escritor e empresário
A nova lei da empregada doméstica parece não levar em conta a realidade brasileira. Assegurar direitos ao trabalhador no Brasil é uma mania que entope a chamada Justiça do Trabalha, atrapalha o empregador, estimula a rotatividade do emprego e impede que o trabalhador empregado seja bem remunerado. Mais do que assegurar direitos, promove o antagonismo entre o trabalhador que emprega e o que é empregado. A realidade e as particularidades não vêm ao caso.
Ao estabelecer horas extras para o empregado doméstico a lei obriga a patroa que precisa dessa pessoa a se tornar expert em legislação. Antigamente a lei não obrigava ao pagamento de extras àqueles cujos horários eram impossíveis de ser controlados. Fazia referência aos motoristas que trabalhavam longe das vistas do patrão e cujo tempo efetivo de trabalho não podia ser administrado. Um caseiro que deve vigiar um sítio poderá cobrar como extras até as horas que dorme, pesca ou assiste televisão. Existe uma maneira de controlar o efetivo trabalho de uma secretária do lar? Com circuito interno de câmeras? Que outros gastos deve um empregador fazer para atender a legislação?
A legislação trabalhista é complexa e contraditória justamente porque é extensa demais. Perde-se em detalhes que em outros países são resolvidos diretamente entre as partes. Apesar de ter uma Consolidação das Leis Trabalhistas, as lacunas que a lei não atinge são as que melhor funcionam. Refiro-me ao costume de dar gorjetas por serviços, que não tem nenhuma legislação, mas que ajuda na renda dos trabalhadores. Os empresários, para dar um fim às interpretações que variam conforme o entendimento de cada juiz gostariam muito de vê-la regulamentada. Também os restaurantes e lanchonetes que trabalham servindo almoço e jantar gostariam muito de estender o horário da intrajornada que jamais poderá ultrapassar a quatro horas. Assim, um garçom que atende o almoço não poderá atender o jantar porque sua folga, segunda a lei deve ser de, no mínimo uma hora e no máximo de duas, podendo ser estendida por acordo coletivo até quatro horas. Trabalhar das 11h às 14h e voltar a trabalhar das 19h às 23h, nem pensar. Em países que funcionam são os costumes que orientam as leis, não o inverso.
Enquanto permanecer na mente dos legisladores que todo empregador é mentiroso e explorador do suor alheio, e todo empregado é honesto e explorado veremos essas pérolas legislativas.
Nos anos 70, o governo incentivou grandes empresas a comprarem terras e plantar. Pouquíssimas resistiram porque não é possível aplicar a lei trabalhista da cidade ao campo. As diferenças são gritantes para uma legislação igual. Agora querem estabelecer mais uma igualdade impossível: Transportar as exigências que uma grande empresa, com seus especialistas em administração de pessoal pode atender para uma dona de casa que apenas teve o atrevimento de trabalhar fora e constituir família.
Os direitos do trabalhador são tantos que o tornam praticamente inimputável. A maioria dos que contratam auxiliares domésticas é assalariada. Talvez isso ajude a compreender melhor o relacionamento com seu próprio emprego. Mas que é uma complicação desnecessária, isto é.

Ponta Negra recebe 15 mil pessoas no primeiro domingo após a reabertura

O prefeito de Manaus considera o primeiro domingo de praia aberta como um grande teste para as medidas de segurança adotadas no local
Banhistas aproveitaram o domingão com a família no primeiro fim de semana após a abertura da praia
Banhistas aproveitaram o domingão com a família no primeiro fim de semana após a abertura da praia (Márcio Silva/A Crítica)
Manaus - Após passar cinco meses fechada, a praia da Ponta Negra voltou a ser um dos pontos turísticos mais visitados de Manaus. De acordo com dados do Corpo de Bombeiros, o balneário recebeu cerca de 15 mil pessoas neste domingo.
O prefeito de Manaus também visitou a área.  Ele disse que considera o primeiro domingo de praia aberta como um grande teste para as medidas de segurança adotadas no local. “Acho que a Ponta Negra passou no seu primeiro teste. Ouvi várias sugestões da população e precisamos discutir, com o Ministério Público, Governo do Estado e outros órgãos algumas melhorias. O intuito, daqui pra frente, é aprimorar a diversão da população. Mas o mais importante, neste momento, é a segurança dos usuários”, declarou Arthur Neto.
Uma equipe formada por 40 bombeiros é responsável pela fiscalização do local durante o horário de funcionamento, entre 8h e 17h. O emprego de boias, jet skis, lancha, quadriciclos e policiais militares também faz parte das medidas adotadas pelo poder público para evitar
incidentes.

Confira mais informações na edição impressa do jornal A Crítica desta segunda-feira (15).  
Veja galeria de imagens da Ponta Negra neste domingo.  

Você sabe qual a diferença entre o tambaqui criado no viveiro para o natural do rio?

É de rio ou viveiro?

Polêmica nas feiras: Só um ‘caboclo de verdade’ consegue diferenciar o ‘peixe playboy’ (de viveiro) de um ‘cabucão’ (rio)

As semelhanças entre os dois tambaquis são enormes, mas o da esquerda é ‘playboy’ e o da direita é ‘cabucão’. O caboclo esperto os diferencia pelo rabo
As semelhanças entre os dois tambaquis são enormes, mas o da esquerda é ‘playboy’ e o da direita é ‘cabucão’. O caboclo esperto os diferencia pelo rabo (Marcio Silva)
“Esse ruelo sem graça num tá será muído?”. Diz a lenda ribeirinha que esta pergunta foi uma das primeiras manifestações de repúdio do típico caboclo amazonense,nos anos 80, ao se deparar com um tambaqui criado em viveiro. Os tempos passaram, o pálido ruelo ganhou mais espaço para se desenvolver e, consequentemente, mais tamanho, cor escura, carne mais consistente e pode ser comprado pela metade do preço do convencional. Entretanto, nem todo mundo ainda consegue engolir (em todos os sentidos) esse intruso que está tomando o espaço do peixe criado livre, pesado e solto nos rios e lagos da região. Mesmo com todas as transformações que deixam o tambaqui de viveiro parecido com o de rio, o comprador mais antigo continua desconfiado.
Nas feiras, por mais que vá comprar o “ruelo sem graça”, afinal a fome dói e o dinheiro fica cada vez mais curto, o caboclo urbano não entrega totalmente os pontos: ficou mais “afiado” em distinguir um do outro e, como se isso valesse alguma coisa, se gaba de não estar comprando gato por lebre (ou não seria pirapitinga por tambaqui?).
“Eles podem até ser parecidos em tudo, mas o rabo não me engana. Se você olhar pro rabo do de rio, vai ver que é todo roído pela piranha. O do outro é certinho, a não ser que alguém ponha piranha no viveiro”, se diverte o aposentado Elias dos Santos, 66, no melhor estilo caboclo. Mas, Elias não perde a chance de fechar a entrevista jogando timbó (raiz que envenena a água) na disputa. “Tambaqui de viveiro é sem graça, gordo e enjoativo. Só compro porque é mais barato”, conclui.
E quem não entende do “ticado” (corte em peixe) e ouvir algum peixeiro falar em “playboy” e “cabucão” não estranhe. O primeiro é o tambaqui de viveiro, por ser todo certinho, enquanto o outro mostra as marcas de uma vida de fugas de todo tipo de armadilha, além de ataques das indefectíveis piranhas.
O principal responsável pela mudança de aparência que chega a confundir os desatentos foi o investimento dos piscicultores em viveiros maiores, como barragens em igarapés, riachos e até açudes, de preferência com água corrente e vários tipos de alimento, além da ração.
Depois de aberto, também é possível identificar o tambaqui. Neste período de cheia, o peixe criado nos rios e lagos tem acesso a frutas que mudam seu gosto e coloração. Se a barriga estiver muito escura, pode ser porque comeu açaí. Fruta de envira e flor da piranheira deixam a carne bastante amarga.

domingo, 14 de abril de 2013

PREFEITURA REALIZOU EVENTO DE ABERTURA DO 139 ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE ITACOATIARA

INFORMATIVO 1 - LANÇAMENTO 139 ANOS 1

A Prefeitura de Itacoatiara, através da Secretaria Municipal de Cultura, realizou nesta sexta-feira, dia 12 de abril, o evento de abertura em comemoração ao 139 Aniversário da cidade. O evento ocorreu na Casa da Cultura, começou às 19:30 e contou com diversas atrações: apresentação do corpo de Balé Municipal e de um documentário em homenagem a Itacoatiara, que foi exibido no salão da casa da cultura, também aconteceu uma memórial palestra proferida pelo historiador Francisco Gomes, depois aconteceu o show acústico com cantor Madinho, o lançamento da Cartilha de Educação Patrimonial para o Município de Itacoatiara, produzido pelo IPHAN, além de um caprichoso coquetel e exposição dos artistas Ita Arte Cultura, no hall da Casa da Cultura. (Ascom - PMI / SEMC)

Palestra do historiador Francisco Gomes na Casa da Cultura


A Prefeitura de Itacoatiara através da Secretaria Municipal de Cultura, preparou uma super-programação para o aniversário da cidade neste ano, que será coroada com o show musical que será realizado no centro de eventos no dia 25 de abril. Já está acontecendo uma vasta programação desportiva e cultural na cidade promovida pela SEMC, em parceria com as demais secretarias e órgãos públicos da administração direta e indireta da Prefeitura de Itacoatiara. Participe e venha comemorar conosco o aniversário da nossa terra natal, a cidade da pedra lavrada, do túnel verde e da canção, recebe todos de braços abertos e com muito amor no coração, venha participar conosco da data magna de nossa historia!

Obs: logo que tivermos em mãos, vamos publicar a programação  completa das festividades alusivas a comemoração dos 139 anos de Itacoatiara.  (Frank Chaves)

Município de Itapiranga receberá espetáculo do Festival Amazonas de Ópera

Apresentação tem participação do Coral Infantil de Itapiranga e da Orquestra de Câmara do Amazonas.

Moradores de Itapiranga receberão apresentações do Festival de Ópera. Foto: Divulgação/SEC
Moradores de Itapiranga receberão apresentações do Festival de Ópera. Foto: Divulgação/SEC
A 17ª edição do Festival Amazonas de Ópera (FAO), que começa neste domingo (14), terá uma vasta programação e o evento não fica só nos holofotes do Teatro Amazonas.
Haverá também uma apresentação no município de Itapiranga (distante a 227 quilômetros de Manaus), no dia 1º de junho, às 19h, nomeado Concerto Bradesco.
No município, o festival apresentará sete obras musicais, em um concerto aberto ao público. A apresentação terá a participação do Coral Infantil de Itapiranga e da Orquestra de Câmara do Amazonas.

O destaque do espetáculo é da apresentação da obra musical “La Traviata”, do bicentenário e homenageado Guiuseppe Verdi. Ele é um homenageados do festival.
Para incrementar ainda mais o concerto, grandes nomes da música erudita como a soprano, Mirian Abad, e o tenor, Christiano Silva, atuarão no evento, que promete disseminar a ópera pelo interior do Estado. No repertório da apresentação constam ainda “Carmen”, “O Barbeiro de Sevilha”, “La Bohème”, “A Cinderela”, entre outras peças.

Portal Amazônia

Ministério Público Federal apura danos ambientais e pode paralisar obras do Prosamim

A representação alega que o aterramento e impermeabilização dos igarapés, com a completa destruição da mata nativa ciliar e a edificação de conjuntos habitacionais na bacia, violam preceitos de proteção do meio ambiente.

O Iaci pede que o programa de US$ 930 milhões seja paralisado, até que se prove que o trabalho de recuperação será efetivamente executado
O Iaci pede que o programa de US$ 930 milhões seja paralisado, até que se prove que o trabalho de recuperação será efetivamente executado (Evandro Seixas)
O Ministério Público Federal (MPF) resolveu instaurar inquérito civil público contra o Governo do Estado para apurar a ocorrência de danos graves e irreparáveis ao patrimônio ambiental e à paisagem natural de Manaus, além da responsabilidade pelos danos consumados nos cursos d’água urbanos com a execução do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim).
Na decisão, o procurador da república, Leonardo Andrade Macedo, destacou que ao “permitir a edificação de prédios para fins residenciais em áreas de risco (...)”, o programa acaba “consumando um processo de invasão que deveria ser erradicado”.
Conforme a representação protocolada pelo Instituto Amazônico da Cidadania (Iaci) no início da semana, “após a conclusão do trabalho de recuperação, os igarapés continuam verdadeiros esgotos a céu aberto”, pela ausência absoluta do trabalho de saneamento, fazendo que o Prosamim resuma-se a aterrar, canalizar, cimentar o leito e as margens dos igarapés, além de edificar, sem nenhuma medida de recuperação da mata ciliar dos mesmos.
O Iaci pede que o programa de US$ 930 milhões e que está na 3ª etapa, agora, na Bacia do São Raimundo, seja paralisado, até que se prove que o trabalho de recuperação será efetivamente executado de forma a garantir o retorno à situação original dos igarapés, a fim de não se repetir “os mesmos erros ocorridos nas fases anteriores”.
A representação alega que o aterramento e impermeabilização dos igarapés, com a completa destruição da mata nativa ciliar e a edificação de conjuntos habitacionais na bacia, violam preceitos constitucionais e legais de proteção do meio ambiente, como o Código Florestal, o Código Ambiental de Manaus (lei 605/01) e o artigo 225 da Constituição Federal que estabelece a preservação dos processos ecológicos essenciais e o provimento do manejo ecológico das espécies e ecossistemas por parte do Estado.
O procurador da república, Leonardo Andrade Macedo, determina ainda, a requisição de informações do Governo do Estado sobre os fatos narrados na representação, no prazo de 30 dias, bem como da Unidade Gestora do Prosamim e do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam), que licenciou a obra.

Disco raro com a Xuxa é disputado por colecionadores

Maria das Graças Meneghel, ou Xuxa como conhecemos hoje,  em 1981 era uma modelo desconhecida. Seu nome só ficaria evidente na midia, no ano seguinte, 1982, com o polêmico filme “Amor Estranho Amor” (filmado em 1979) e logo em seguida em 1984 ficaria conhecida pelo grande público como Xuxa com o programa infantil Clube da Criança na extinta Rede Manchete.
Na capa acima, em um dos seus trabalho de modelo, ela aparece com um micro-short amarelo na capa do vinil Disco 81 da Som Livre. O disco hoje é uma raridade, muito disputado entre os colecionadores, mais interessados pela capa do que pelo conteúdo nas faixas.
É possível encontrar alguns exemplares para comprar na internet por preços que variam entre R$ 40,00 e R$ 60,00.
 
Reprodução / Internet

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